cornos mansos desonraram isso aqui com suas ignóbeis presenças,
DEUSDE o dia 1 de Dezembro de 2003 (dois meses depois da inalgurasção, que foi em OITUBRO).

Feliz Natal, Berulau

Feliz Natal, Berulau

Blog do Jorge Malcher, "naonde a polêmica riséde e agréde!"
Capeta, vai embora! Fica, Jesus!
Feliz 2004, viva las vegas.
E VOCÊ NÃO FOI CONVIDADO A ENTRAR NESSA PÁGINA, BAIACU! Portanto, vá procurar suas peranha, vá!
Mas eu lhe amo-lhe, mesmo assim!
Aqui é os archívos!Aqui é os archívos dos meses anteriores dessa porcaria! Oh!

TCHÂ-ÂN!!! TCHÂ-ÂN!!! EU GÓSTCHO MUITCHO!!! :
A Rainha do Boquete
O Rei do Brega (Narício Brocha) - eu acho que essa peste saiu do aire
I KISS YOU!!!!!!!!!!!!!!
O Segundo Sexo (blogui sobre feminismo, alunos e novela das 8)
PsychoCandy (blogui da Gi Fanta Uva)
Blógui do Palandi com título fresco em inglês
Blóg do Daniel Spot, que também tem título afrescalhado em hingrêis
Florisbela, a vida é bela, a Flora é amarela
A Propós de Nada
ZONA MORTA - O Cinema segundo Superoito, jornalista mui ocupado
Maritacas A Trotoar
Beto VASO e os SANITÁRIOS incríveis
Blog do David Bowie
GAYBRAZIL FONOGRAMAS
Os The Everaldos
Cheirando Rôla
Alucinérdicos
NAGUERRA voltou, NÃO vamos homenageá-lo
Minha banda preferida: SQUEMA SEIS !!!



mandag, november 24, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
O que eu sei é que às vezes acho o Júlio Bressane um completo picareta.


Mas eu não consigo dirigir nem uma palavra sequer contra os filmes dele.
Achei "Filme de Amor" um delírio! Não literalmente, nem no sentido poético popularizado, e sim na gíria corrente na ala norte do prano piroto. Em resumo: muito bom! Tchã-ã! Tchã-ã! Cheguei! Estou no paraíso!
Mas o que eu queria é comentar a boçalidade dita por um sujeito a um jornal da cidade, naquela seção de "opinião do público" no caderno sobre o festival de cinema.
Sobre o filme do Sganzerla, o sujeito disse: "O festival não deveria ser para passar esse tipo de filme"... Era pra passar o quê, ô BOCÓ??? "Os Normais"???? "A Partilha"???? Se o nosso festival é um dos RAROS refúgios para filmes como os de Sganzerla, Bressane, Capovilla e outros que nunca entram em circuito comercial!!!!

Seu mané, vai lá pro shopcentis assistir a "Pequenos espiões em 3D", vá!!!!
E tem mais uma coisa:
achei aquele filme "Nada a Declarar" , aplaudido por quase todo mundo na mostra 16mm, uma BOBAGEM SEM TAMANHO.
Quem quiser que eu diga mais, MANIFESTE-SE!!!


E o "Subterrâneos" é bom pra cacete, e não é porque retrata um fator muito forte do dia-a-dia brasiliense, nem é porque é um filme de Brasília sobre Brasília, mas é porque justamente frustra expectativas e foge de qualquer obviedade que poderia haver em um filme rodado em Brasília sobre Brasília, mesmo um filme feito por um cara de Brasília. Mas essa razão é o de menos, assim como a irregularidade estética e emocional e estrutral do filme, irregularidade(s) com(s) a(s) qual(s) o filme consegue ser incrivelmente bom. É mais do que isso também. Mas eu não vou falar mais nada. Sei que esse filme vai dar o que falar, e os vários "Não gostei" que ouvi a seu respeito são daqueles "Não gostei" que fazem sentido, têm impacto, são espontâneos, enfim... produto de incômodo, sei lá. O RC me falou ontem "É melhor a vaia do que o filme passar reto e ninguém manifestar nada". É verdade. Mas eu continuo sendo contra a vaia. Quem quiser que eu diga mais, explique melhor minha tese da vaia, MANIFESTE-SE TAMBÉM!

(ah! esse negócio de ser comunicólogo é muitas vezes enfadonho e limitado, ñé não??? É Umberto Eco pra lá, Escola de Frankfurt pra cá, Pós-sessentistas pra acolá... Afê!!!)

postado por: JORGE MALCHER 11/24/2003 05:03:20 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
E aiyê? Sigo firme na minha proposta de não assistir a nenhum filme do trigésimo sexto festival de Brasília do sinema brasileiro. Confeço que estou deixando as coisas rolarem. Morro abaixo! Sem graça? There´s a lot more from where it came.
Mas o¿

Algumas vezes voltei para minhas aulinhas de capoeira. E para largar de ser noiado? E o Nativus? E o Enjoativos? Segue anexo um texto sobre a perda de tempo, encomendado pelo senhor Rivaldo. Mas estou meio que sem tempo agora, se é que vou continuar fazendo aquilo que estava fazendo naqueles dias, naqueles vários dias, naqueles determinados dias, naqueles dias calmos, naqueles dias que continuam vivos, naqueles dias mulheris, naqueles dias do gueto, naqueles dias...
Eu não conheço a realidade das ruas? Como se atreve, seu louco? Sei quem é o mowra-on? Sei o que quer dizer a palavra catarse? Vou para são Paulo? Vou morar na cidade grande.
Temos de estar sempre, sempre atentos com a nossa saúde, meus caros. Sabe que minha pança está mole? Mas é com certeza que vou jogar a minha capoeirinha hoje.
Estudar é uma chata coisa, senhor gentil homem. Mas, agora, deixa eu te contar um babado novo que você não sabe... Acho que meu final de semana se degringolou naquele momento no qual eu falei que tudo era nada ou nada era tudo. Bem, teve a quinta-feira, a sexta-feira, o sábado e o domingo. Ma Che cosa BALAGAN!!!
Lembra do contatos imediatos de terceiro grau? João Bosco é um gênio. O cara é bom. O cara é muito bom mesmo. Expresso 2222 de Gil. Domingo no Parque. Construção, do Chico Buarque.
Essas pequeninas e belas e singelas obras encerram toda e qualquer tipo de dúvida que a raça humana pode ter. Qualquer dúvida, consulte-as.



Como podemos falar mal do ser humano? Será que eu sou eu mesmo se alguma vez falo mal do ser humano? Acho que não, porque existem coisas lindas...
A arte e a ciência não pertencem a ninguém.
Mais uma vez, desculpe pelo texto pequeno.
Outra coisa: a humildade é um defeito.

postado por: JORGE MALCHER 11/24/2003 04:11:39 PM


mandag, november 17, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

Na verdade, ni qui eu SI AMARREI mesmo foi o trocadalho do carilho na manchete de primeira página do jornal... DELÍRIO!!!
THE LÍRIO!!!

Agora, é aquela coisa... Se todo mundo que fuma maconha e cheira cocaína resolver admitir isso na imprensa, todo o meio artístico brasileiro vai em cana. Ou seja, é o fim do meio artístico e político e empresarial e celebrité etc. Então, para quê??? Para quê admitir o óbvio??? Melhor calar a beiçola, srta Luana.

postado por: JORGE MALCHER 11/17/2003 12:16:36 PM


fredag, november 14, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

Galera;
Giordano, Manú, Mari, Bruno, Breno, Giuli-gay, Fábio, Flávia, Pablo, Pablito, Yana, Natália, Thaís, Prisca, Paulinho, Bêá, Rodrigo Bernardo, Gustavo, Beto, Jú, Rafinha, Carol, James, Negão, Foguinho, Cristian Moura, Demian Moura, Renata, Guimba, Igor, Maurício, Paulinha, Barata, Patrícia, Jorge Malcher, Mateus, Julie, Isadora, Igor, Cecília. Todo mundo. Cadê ocês? O que será que vocês estão fazendo? O que será que estão sentindo? O que será que estão realizando? Quais são seus projetos?
Sei que nenhum de vocês está morto. Notícia ruim se espalha rápido.
Creio que, depois de filosofar um bocado a respeito da galera, acho que chegou o momento no qual me preocupo mais em saber que vocês estão bem do que em ter saudades.
Ficar comparando como as coisas eram e como elas estão agora, às vezes, dá um certo aperto no coração, além de deixar a gente um pouco confuso, não levar a nada.
Mas, chega de ficar vendo o passado. Quero o presente. Não quero o futuro. Aguardo o futuro. Espero pelo futuro, e não espero o futuro. Espero por emoções que já vivi, mas que agora terão um gosto diferente. Sinto saudades da galera, mas, foda-se. Quero o agora mais do que nunca, existindo galera ou não existindo galera. Realmente, não faz diferença, agora.
Acho que a viagem que fiz para Israel me influenciou muito nisso. Desde que cheguei, procurei ver quem me procurava. Vi que a galera existia para mim porque eu procurava. Ligava para as pessoas, agitava, marcava, combinava. Depois que cheguei da minha viagem, tentei fazer o mesmo, mas nas vezes que isso aconteceu parecia que não tinha mais sentido.
Também, continuar vivendo como se eu estivesse morando sozinho na Itália ou em Londres não fez sentido.
Provavelmente, alguns de vocês podem ter pensado que eu era o maior doidão, sei lá. Vocês sabem. Não tenho nada a declarar nem devo explicações a ninguém.
Quero viver mais do que nunca. Quero o agora, nada mais. Espero pelo futuro.
Mas, infelizmente, viver a mil por hora, com a euforia boa a 100 no conta giros faz com que nada, mas nada mesmo do que foi falado a mim antes tenha qualquer sentido.
Nada, nada que foi dito faz sentido hoje. E que fique claro. Não tenho filosofia de vida nenhuma. O Giordano uma vez me disse que viver o presente era segredo da felicidade, ou coisa parecida. Discordo. Ter uma filosofia de vida é o caminho mas rápido e certo para a infelicidade.
Estou feliz, galera, e é muito bom!
Agora, questionem tudo. Não acreditem em nada disso que eu falei, porque pode ser tudo uma grande bobagem. Ou não. Nós sabemos o que é e o que não é. Nós sabemos o que isso é. Nós sabemos de tudo. Um beijo. A vida continua. Jorge Malcher. E nós sabemos o que é a vida. Sem choro, controle a sua felicidade. Se está feliz, não tem de estar triste porque algo morre. Morre, mas continua vivo. Essa é a descoberta.

postado por: JORGE MALCHER 11/14/2003 02:47:35 PM


tirsdag, november 11, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

Antes de ontem foi o dia em que fui ver Amarcord. Hoje, não fiz p. nenhuma. Tive um monte de sonhos eróticos, o que acaba de me dar uma idéia para mais um conto erótico, mas não fiz p. nenhuma.
Meu primo que era meu grande companheiro de farras e que me introduziu no mundo da putaria e da vagabundagem está noivo e vai se casar em menos de um mês. É o final da civilização ocidental como a conhecemos! Minha mãe me ofereceu a passagem para ir ao casamento e acho que vou aceitar. Talvez vá para São Paulo e Rio e esqueça essa merda de casamento porque, afinal, ele não veio a minha formatura, mas veio ao casamento de minha irmã e ela não vai ao dele, que é em outra cidade, já deu pra perceber.
Agora, fiz uma pequena lista mental ainda não terminada sobre os assuntos que já estudei nestes mais de vinte anos em que freqüentei a merda da escola: geografia, história, matemática, filosofia, artes, física, química, biologia, emc, economia, política, estudo de políticas públicas, pensamento político na América latrina, mudança política na América do sul, no Brasil, já estudei jornalismo, marketing, fotografia, publicidade, propaganda, relações públicas, sociologia, antropologia, e uma pá de outras coisas que poderia ficar citando aqui por mais um monte de linhas e a pergunta que surge é a seguinte: pra quê???
Pra quê eu estudei esse monte de merda? Pra ficar em casa sem fazer p. nenhuma e ter sonhos eróticos e depois escrevê-los em uma merda de site na internerd?
Estudei gramática, semântica, sintática, ortografia, regência verbal, colocação pronominal, preposições, artigos, substantivos, análises sintáticas. Estudei psicologia, inglês. Provavelmente, se você é brasileiro classe média e tem mais ou menos a minha idade, também já estudou todas essas merdas. E, depois, ainda fazemos um mestrado, um doutorado. Pra quê?
Li uma vez uma tirinha num livro sobre a Lei de Murphy, sei lá. Era uma livro de comédia, traduzido pelo Millôr Fernandes, sei lá. Mostrava a foto de um daqueles indianos faquires ou coisa parecida, sentado no pico de uma alta montanha, sozinho. Dizia embaixo: ¿a verdadeira sabedoria consiste em não usá-la.¿
Sei que era um exagero, uma brincadeira, mas tem algo de certo nisso. Já estudei a retórica, já estudei o que é uma falácia, os filósofos pré-socráticos, Sócrates, Platão e Aristóteles e o Mito da Caverna, no Livro VII de A República, de Platão. E não é que essa tira tem um fundamento?!
Já estudei música... e como...Harmonia, arranjo, improvisação, escalas, teoria musical, métodos, Kudaly, solfejo, exercícios variados, partitura, claves, formação de acordes, improvisação. Pra quê?
Quero mostrar com esse texto que esse sistema é um fracasso. Já estudei marxismo, partidos políticos brasileiros, e tudo isso me leva até aonde? Creio que devíamos implementar um sistema no qual a pessoa pudesse, depois de estudar alguma coisa, somente ficar falando, até o resto da vida, porque senão não dá. Não dá pra ser feliz, como dizia Gonzaga Jr.
Não é à toa que eu falei que, se alguém pudesse entrar na minha cabeça e ver o que estou pensando, acharia que eu sou um pessimista. O primeiro impacto em mim normalmente é negativo.
Uma vez, há muito tempo atrás, vi uma entrevista com a nossa querida escritora Rachel de Queiroz, que nos deixou essa semana. Ela falava que a receita de vida dela para os outros era esperar sempre o pior, porque, se o pior acontecesse, já era esperado e, se algo melhor acontecesse, você sairia no lucro, porque estava esperando algo pior.
Eu sou assim, certas vezes. Mas não porque gosto ou tenho orgulho, levanto a bandeira do pessimismo e vou pro abraço. Acho ruim ser assim. Mas vocês somente sabem que eu sou assim porque eu o estou falando.
Meu comportamento é sempre de incentivar as pessoas a acreditarem que tudo vai dar pé, que tudo vai dar certo, a serem sempre sorridentes, felizes, poéticas, belas, educadas, bonitas, agradáveis, inteligentes, cheirosas, cultas, engraçadas, amorosas, carinhosas já falei? Então, ... carinhosas, sexuais, articuladas, amigáveis e por aí vai.
É legal, não é? Ficar falando dessas coisas boas, que nos fazem sentir bem, leves. Pois então, se você gostou, saiba que nisso sou expert. Assim como falo pessimistas coisas, gosto de dizer que está tudo bem, que a minha vida é ótima, que não me falta nada, que agradeço e dou graças aos céus. Gosto de falar isso porque isso é verdade, também.
Esse sou eu, pura contradição!
Na verdade, comecei a escrever este texto que você está lendo ontem e, essa noite, deitado em minha cama, com a luz apagada, em plena 4 da manhã, me vem uma sessão de psicoterapia mental sozinho, sem falar com ninguém.
Tinha dormido à tarde, o que me fez ir pra cama às duas e acordar às quatro. Mas não tô com sono, pelo menos agora. Então, no meio da noite eu acordo e começo a pensar nas coisas da minha família, de meus amigos.
Chego a conclusões incríveis apenas rezando e me concentrando para ser tolerante, sei lá. Talvez seja esse o segredo da vida.
Para alguém como eu, que já visitou lugares onde não havia paz, como Israel e Palestina, o grande barato é achar a paz dentro de si mesmo. Não a felicidade, mas a paz. Foi mal, mas vou vomitar a frase de Humberto Gesinger: ¿Somos um exército de um homem só no difícil exercício de viver em paz¿.
Não sei porque as pessoas sacaneiam tanto aquela história de que toda Miss diz que tem como livro preferido O Pequeno Príncipe, de Saint Exupéry. É uma história super legal, um clássico, uma coisa linda, original e autêntica, de reflexão, de parcimônia, de regozijo, de testemunho, de calma e de paz.
Essa noite, tive a noção que muitos dos conflitos internos que são tão ruins de sentir e que eu, como qualquer um, sinto, são causados pela forma pela qual eu estava enxergando algumas coisas, e, talvez, por conta de meu perfeccionismo exacerbado, também. Mas deste eu não abro mão.
Eu estava vendo manifestações que eram de amor do modo errado, achando que eram coisas loucas.
Resultado é que hoje encontrei a paz que tanto buscava, encontrei-me de volta após longos anos de penumbra e, se não foi do jeitinho que eu achava que seria, o que será que Deus para mim reserva no futuro? Mulheres, espero!
Esta noite, recuperei a auto-confiança com meus atos futuros e vi que algumas coisas são inexatas, mesmo. Afinal, ser é inexato! Amar é inexato! E as outras coisas que eu tinha pra falar eu me esqueci.
Abraços a todos e deixem seus comentários e façam contato, se desejarem. Abraços e beijos. Jorge Malcher.



postado por: JORGE MALCHER 11/11/2003 10:02:33 AM


søndag, november 09, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

EU SOU CONTRA AS
DROGAS!!!!!!!!!!!!!!!!
EU SOU CONTRA A MACONHA"!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
!!!:

TCHÂ-
O que eu escrevi há uns dias era m,entira!!!!!
Os medley´s ou os pot-pourri´s são bons!!!!
Por exampler, eu gosto muito do fdisc o "jORGE BEN 10
ANOS DEPOIS" (1973)... (cujo O DISCO tenho duas cópias - uma que tem a primeira faixa totalmente marombada, outra que comprei na musical center pra compensar os pobrema do outro - e não, não me axcusem de ZURA por eu não doar o disco danificado a alguém - eu sou ZURA mnesmo!!!!!!!!!!!!) Grande disco, com a banda de
Jorge Ben em plena FORMA TOCando bem par ca7,,, Belos
arrajos, digo, arranjos. DISCO 1ÚNICO!!!!!!!!!!!!!!Os
arranjos muito bons.
Destaco o pino, digo, o piano em várias faixasm, o
piano que se destaca no canal direito, conhecido como
"right" (o violão de Jorge é ressaltado no canal o
esquerdo, conhecido "lçeft")...
Bebete, vamozimbora
ah, o disco tem medley com as meismas músicas que oram regravadas em outro disco ("A banda do zé pretinho", eu acho) em arranjo discothéque em, ordem diferenciada, arrtanjo que também acho interessante, mas na ocasião do DEZ ANOD DEPOIS foi um arranjo meio samba-ska ou coisa do gênero, sei lá., ambos são muito bioons."CHANGESBOWIE"ÂN!!! EU GÓSTCHIO MUITCHO

postado por: JORGE MALCHER 11/9/2003 11:48:05 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
exclusivo!!! fotos deu, do namorado deu e do pai deuOntem fui ver Amarcord, filme de Frederico Fellini, em exibição no Cine Academia doze reais. O que dizer do filme? Existem películas que falam da vida, cujos personagens falam como nós falamos, cujas coisas, ainda que se for um filme de Kubric, são verossímeis. Eu não pretendo aqui ficar esboçando o quanto eu entendo de cinema, nem ter uma coluna sobre cinema no napaz.com, nem nada disso. Também não pretendo fazer um perfil psicológico de mim mesmo, explicando que gosto de cinema porque meu pai sempre gostou de bons filmes. Não! Só quero escrever algo que possa mostrar a beleza de diferenciarmos um filme de Fellini com um matrix, por exemplo. Mas assim eu não estou falando malo do matrix. Estou apenas falando que há uma diferença.
Olha, muitas vezes eu prometi para mim mesmo que nunca mais entraria num cinema para ver filmes merda, como o matrix, ou Stallone ou Arnaldo Esuasnega. Mas acabo sempre voltando, e agora já estou com vontade de assistir Freddy X Jason. E, também, esta discussão se torna inválida se pensamos que não existe essa limitação que separa duas categorias de filmes, bons e ruins. Os filmes de Tarantino, por exemplo, são ¿cult¿ ou ¿comerciais¿?
É engraçado também o que acabamos por fazer. A primeira vez que vi uma prateleira de filmes do gênero ¿cult¿ para alugar eu fiquei de cara.
¿- Que coisa ridícula!¿ - eu pensei. Que babaquice! Eu sempre fui cult, mas nunca precisei falar isso. Sempre escutei música brasileira sem precisar chamá-la de MPB!
Então, isso nos leva até pergunta : ¿é preciso falar absolutamente tudo, ou algumas coisas nós não podemos, ou não devemos falar?¿
Creio que o mérito, aqui, é fazer a pergunta. O processo que nos leva até chegar à pergunta, e não de responder a ela, é que resume o conhecimento. O conhecimento estaria, então, na capacidade de criar um processo ao longo do qual perguntas mais profundas vão se desenhando e uma pergunta acaba moldada.
Dizia Raul Seixas : ¿- Vocês ficam querendo saber a resposta, mas eu não sei qual é a pergunta.¿ ¿ Teríamos, então, dois tipos de pessoa, ou duas condições de existência de um ser humano segundo uma perspectiva existencial filosófica. O primeiro homem seria o que pergunta e o segundo o que responde. Note que não importa a ordem, não existe um mais importante que outro.
¿ - Não me pergunto, porque já sei que a vida não é uma resposta¿, também gritava o Raulzito.
Esse período encerra um paradoxo que é o seguinte: para chegar a esta frase, ele teve de se perguntar, para chegar à conclusão do que a vida é, ou, no caso, do que ela não é. Não sendo uma coisa, a vida seria todas as outras coisas. Então, partindo desse princípio falacioso, teríamos que a vida é um chá de maconha, por exemplo.
Tomemos o exemplo das drogas e da vida, por exemplo. Ou, outro exemplo de uma coisa que o homem não fala, teríamos Deus, por exemplo. Ninguém fala de Deus. O homem tem uma forma diferente de falar de Deus que de falar de todas as outras coisas. Por que, será?
Ou de quem está comendo, de quem está pegando. Reza a normas de conduta que um homem não pode, para que uma coisa dê certo, falar nela, Então, ele não pode chegar e falar: ¿- Hoje eu vou agarrar aquela mulher.¿ ¿ Pois, acredite ou não, isso já deu certo comigo.
Já cheguei em uma festa e falei: ¿- Hoje eu quero pegar uma mulher.¿ ¿ Sabem o que aconteceu? Eu peguei uma mulher. Incrível?
Sei lá. Ficam nos falando que, pra dar certo uma coisa, não devemos contar ela pra ninguém.
Acreditem ou não, eu já fiz parar de chover uma vez. Estava indo para um churrasco e não queria que chovesse. Estava numa comunhão tão grande com a natureza que parou de chover, e tive a certeza de que eu havia participado daquilo.
Essa conversa eu tive uma vez com um amigo que se dizia mago. A gente estava falando sobre o Paulo Coelho e eu falei de uma entrevista que havia visto dele na qual ele dizia que podia fazer chover. Eu e esse amigo chegamos à conclusão de que não era verdade, sei lá, mas não concordamos porque chegamos à conclusão de que não era verdade porque, segundo a gente, naquele momento, ¿- quem realmente faz chover não fala que o faz.¿ - Vê como tudo passa por essa questão do falar ou não falar.
Tive uma namorada que adorava falar sexo. Falava: ¿- Dá uma gozadinha em mim!¿ ¿ ou ¿- Tomar vinho me dá vontade de dar¿. Eu brigava muito com ela.
¿ - Creio que tudo pode ser falado, mas de uma forma harmoniosa, na hora certa.¿ ¿ eu dizia. Ela não conseguia ser diferente. Nem eu. Com ela, eu falei como nunca havia falado antes. Falava demais. Era um namoro-catarse, sei lá.
Agora tenho andado não com mais autocontrole, mas mais comedido. Creio que é ruim não saber me controlar muito. Creio que isso reflete uma falta de norte da minha parte. Viajo muito em muitas situações, e creio que, se as pessoas pudessem entrar na minha cabeça e verem o que eu estou pensando, me chamariam de pessimista. Para tudo tenho uma impressão desvirtuada. O que acaba me deixando feliz muitas vezes, depois, quando vejo que não era nada daquilo que eu estava pensando.
Também tenho andado mais extrovertido. Tenho colocado mais pra fora essas minhas questões internas e a recepção tem sido boa. As reações são muito mais brandas do que eu acharia que fossem, se eu parar pra pensar.
Mas, então, fica pra você a pergunta, meu caro. Podemos falar tudo? Podemos dizer Deus, droga, sexo, enfim, tudo que queremos ou, com isso, estamos afastando as boas energias e as coisas boas, ficando sofrendo com o que falamos? Devemos ser contidos? Devemos fazer voto de silêncio, como eu quis fazer uma vez? Devemos falar tudo que vem à cabeça, como loucos? Ou devemos buscar o equilíbrio? E então me responda aí o que é o equilíbrio. Mas aí já é uma outra conversa sobre a qual estou com preguiça de discorrer agora. Até.

postado por: JORGE MALCHER 11/9/2003 04:11:38 PM


søndag, november 02, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
Faço pegação mermo, porra!!! Que nem esse teu amigo Karlos Marques fazia contigo no banheiro do Pirraça, seu safado!!!!


E TEM MAIS, SEU VAGABUNDO!!!
Essa imagem abaixo eu dedico a vossa excelência o senhor Tiago Albuquerque (o "Porcão") , jornalista bem-quisto e respeitado com trânsito nas principais rodas acadêmico-literáricos deste mundão sem porteira!!!


DROGAS! VIVA AS DROGAS! ALUCINÓGENOS! MACONHA, AJIJE, ÁCIDO, COGUMELO, CHÁ DE MACONHA, BOLO DE MACONHA, BISCOITO DE MACONHA, MACONHA O FORNO, LANÇA-PERFUME! VIVA! EU OS AMO!


img src= http://www.malcher.blogger.com.br/véio safado.jpg

postado por: JORGE MALCHER 11/2/2003 10:56:55 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
goust ruáiter é o carálho! este sítio é meu! olha eu aí com a adriane galisteu. Ass: Neto Júnior.

rraqueado o caralho! seja homem e admite que tu gostas de um bom troca-troca por trás no banheiro da rodoviária do plano piloto!Karl Marx!

postado por: JORGE MALCHER 11/2/2003 10:52:32 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

Appelle-moi pour que vous puissiez boire !

Pour la fête de tous les Ioniens.

[les Muses] conduisant un ch¿ur qui va chanter un hymne...

Je vais commencer des paroles aériennes.

Muse, je vais commencer à composer mon chant sur le Scamandre au cours harmonieux.

Zeus père, fais que je devienne riche.

désormais, désormais encore plus, c¿est passé désormais.

Je vais défilant au son des flûtes.

postado por: JORGE MALCHER 11/2/2003 10:17:05 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!
Todos vocês sabem que o Porcão é o meu ídolo maior, e sempre será. Aqui, eu faço uma homenagem a ele. Ele é um ser humano muito grande, que alterna o imenso amor pela humanidade com um imenso amor às gatinhas. Mostrarei, então, fotos de pessoas que ele me ensinou serem de seres humanos grandes como ele com fotos que ele me ensinou causarem desejos sexuais. Amor ao amor pelas mulheres!



manifesto punheta


gandhi.bmp ... DESCUBRA nesse link aí ao lado a razão de haver muita ofensa gratuita aqui, coisa de que me envergonho enverganha envergalhão vergalhão vagaranha vergorrágico!!!!

postado por: JORGE MALCHER 11/2/2003 07:41:36 PM


Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

MANIFESTO MER-LA


Cuidado. Se você comprar o disco "Adilson Chacrinha e o menor abandonado" que está à venda na Musical Center (prateleira "Brega Nacional"), tome muito cuidado. Se você rodar o referido disco ao contrário, o Robert Johnson vai ressuscitar na sua frente. Mas não pense que ele vai tocar violão pra você. Ele vai é ACERTAR AS CONTAS CONTIGO. E tome muito cuidado, pois ele pode trazer com ele diversos artistas mortos com quem você tem dívida. Por exemplo, se você comprou ou vendeu discos piratas do Jimi Hendrix, o próprio virá se acertar contigo, NA BASE DA PORRADA. Não adianta tentar suborná-lo, você vai apanhar do mesmo jeito. Muito cuidado, também, se for rodar aquele disco ("Adilson Chacrinha e o menor abandonado") do lado certo. Se você colocar o disco desde o início, no momento em que derem exatos 6 segundos da faixa 3, a campainha da sua casa vai tocar. Se você abrir a porta, vai estar lá o Syd Barrett. Ele vai lhe dizer: "Essa casa é minha" e vai entrar. A seguir, ele vai direto para o seu quarto, vai dizer: "Este quarto é meu", vai deitar na sua cama e vai dormir. E não há nada que você possa fazer, afinal, a casa é dele mesmo. Conclusão: você vai ter de dormir na rua, para o resto da vida, pois sua família se encontra em outra dimensão e você não tem amigos. E não adianta tirar a agulha daquele disco ("Adilson Chacrinha e o menor abandonado"), antes que a faixa 3 comece. Se você tomar a iniciativa de fazê-lo, o telefone da sua casa vai tocar, e você vai priorizar atendê-lo, pois estará muito apreensivo. Do outro lado da linha, estará Uri Geller. Ele vai distraí-lo até o momento de Syd Barrett bater à sua porta. Muito cuidado. O ideal é não comprar o disco ("Adilson Chacrinha e o menor abandonado"), pois o simples ato da compra já implica que, exatos 4 anos depois, o Marcelo de Nóbrega entre de asa delta pela janela de sua casa e lhe declare como vencedor da promoção "Receba uma visita-surpresa do Marcelo de Nóbrega e ganhe um DVD duplo com a coletânea dos melhores momentos da Banheira do Gugu". Se você receber este prêmio, não abra a caixa do DVD, caso contrário haverá, no mesmo instante, uma explosão na casa de uma pessoa muito querida, o que vai gerar quatro mortes. Muito cuidado.
Semana que vem, eu voltarei, dando algumas dicas de como se portar em relação à faixa "Mulher De Bigode, Nem O Diabo Pode", do LP "Forró na Casa da Minha Sogra" de Zeferino Vargas, à venda na Musical Center (prateleira "Brega Nacional").

postado por: JORGE MALCHER 11/2/2003 05:42:15 AM


lørdag, november 01, 2003

Quem for viado, escreva aqui : JÁ ASSUMIRAM!

[2.11.03 5:18 AM | JORGE MALCHER]
rt1.11.03 7:09 PM | JORGE MALCHER]
esqueçam o que eu escrevi.........
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[1.11.03 7:32 PM | JORGE MALCHER]



Quem?

postado por: JORGE MALCHER 11/1/2003 07:32:48 PM


chifrudos adentraram isso aqui, DEUSDE 1 de Dezembro de 2003 (dois meses depois da inauguração).


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