amantes da música sertaneja vieram amolar o chifre aqui,
DEUSDE o dia 1 de Dezembro debd 2003 (dois meses depois da inalguração, que foi em OITUBRO).

Feliz Natal, Denerval e e e e e e e e
Feliz Natal, Denerval e aproveitem a oport

BLOGGER J.MALCHER
CADE VEZ MAIS BONITO.
UMA AULA DE DIAGRAMAÇÃO.
aqui é os arquivo aqui é os arquivo Copyráite: LÍVIA P.Um beijo!!!
<>

Um beijo!!!aqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivoaqui é os arquivo
Blógguer do Jorge Malcher, "naonde a polêmica riséde e agréde!"
Capeta, vai embora! Fica, Jesus!
E VOCÊ NÃO FOI CONVIDADO A ENTRAR NESSA PÁGINA, BAIACU.
Vá procurar suas peranha, vá!
Mas eu lhe amo-lhe, mesmo assim! VIVE L'AMOUR!

TCHÂ-ÂN!!! TCHÂ-ÂN!!! EU GÓSTCHO MUITCHO!!! :
CASACOS DE PELE DE LUXO +++ Lúcia Lubrax, o pão doce dentre os travestis do SCS +++ d a n i f i c a d aDANIFICADA +++ TITITA TITUTU TIIIPATITITUUU, TUTUTU TUTUTU TUTUTU TUTUTUUU TUTUTITITUUU +++ e x TE M P O RÂ NE A S +++ PETER PAN - PÁGINA PESSOAL +++ posted by jane birkin da móoca @ 16:41 1 comments 9.10.05 grapevine. e o paulo césar grande ? posted by jane birkin da móoca @ 11:32 2 commentswhatsgoinon. o grande elenco é o filho do grande otelo. ps : e o paulo cesar grande +++ Valéria +++ Fernanda Freira Na Grande Pirâmide um blog em homenagem 'a Carmem Miranda, Augusto, Elke Maravilha, Tio Vespaziano, Felipe IV, Felipe Dylon, o Belo da FRança, o Belo do Exaltasamba, Cristóvão Colombo, Eduardo IV da INglaterra, Alcibíades de Atenas, Afrodite, Narjara Medeiros, Narjara Turetta, Macunaíma, São Cipriano, Luana Brasil, Ismael da Pérsia, Dudu Nobre, Jorge Malcher, Adélia Bezerra de Menezes e todos estes indivíduos dotados de grandes almas e que, ao mesmo tempo, tiveram o maior gingado tropical de seus tempos. +++ Fotolog pessoal da REGINA DUARTE +++ lixo derrama Lucydez +++ I KISS YOU!!!!!!!!!!!!!! +++ Mete direito, porra! (o Mowra-on é quem escreve este blog) +++ Cabeça Vazia +++ O SEGUNDO SEXO (blogui sobre feminismo, aluna(o)s e...?) +++ A Propós de Nada +++ Blógui do PALANDI com título fresco em inglês +++ PsYchoCaNdY (blogui da Gi FANTA UVA) +++ Blóg do Daniel SPOT, que também tem título angloafrescalhado +++ Putz, morri +++ Florisbela, a vida é bela, a Flora é amarela +++ JaqckieLynnn +++ Gustavo Blixa +++ Beto VASO e os SANITÁRIOS incríveis +++ Os The Everaldos +++ Betty Blue, 48°C, Goiás +++ ''MI'' +++ Ed +++ ayla +++ lal a +++ TEM COCA AÍ NA GELADEIRA +++ Indie is not dead) +++ EU PASSO MAL +++ ZONA MORTA - O Cinema segundo Superoito, jornalista mui ocupado +++ REBEL REBEL - Blog do/da David Bowie, ou melhor, da Marianne - A CHEIA DA FÉ +++ GAYBRAZIL FONOGRAMAS - a melhor gravadora do mundo +++ Vernáculas Anatômicas - um LIXO (página sem guestbook não merece meu crédito) +++ Cheirando Rôla +++ ROUBADAS em Brasília +++ tUPANZINE +++ N AGUERRA voltou, NÃO vamos homenageá-lo +++ Alucinérdicos - VAGABUNDOS que voltaram com o guestburro +++ Fotoblog Keith Richards +++ Fotolog Beach Boys +++ Monnikka Iglesias +++ APOCALYPSE - o último aviso (home-page oficial de DEUS)
Minha banda preferida: SQUEMA SEIS !!!
aqui é os arquivoEU TÔ DOIDÃO Lavra, jackson.



Subota, Decembar 24, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
Natal etc

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/24/2005 05:31:54 PM


Nedelja, Decembar 18, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :

AULA DE SEMIÓTICA AVANÇADA, SËRTÖ

Vejão que não é muito difícil percurar mensagem subliminar onde esta realmente risede e inxeste, mesmo sem sublime ou sublinha.

Exercício: analise com muito cuidado e atenção a figura reproduzida abaixo e responda:
A primeira O QUÊ é grátis???



Se você acertar, vai ganhar não só a primeira, como também a segunda e a terceira de prêmio.

Se você gostar... aí o prêmio é vitalício.

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/18/2005 09:53:25 AM


Petak, Decembar 16, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :

Do fundo do meu coração, eu acho que a PIOR coisa que o Lula fez (e não fez sozinho, é claro) foi aumentar a popularidade de José Serra.



ÀS VEZES, eu sei dizer tudo em poucas palavras.

Me dêem um prêmio.
Aceito vale-presente da livraria curtura.

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/16/2005 07:16:57 AM


Sreda, Decembar 14, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :


Título: TARA POR SEIOS !!!
Autor: HOMEM DA NOITE
E-mail: josneljun@pop.com.br
Data: 13/12/2005
Cidade: JANDIRA
País: BRASIL

SEIOS GOSTOSOS SÃO SHEILA CARVALHO, SABRINA SATO, E TODAS AS MULHERES BRASILEIRAS QUE USAM DECOTES MARAVILHOSOS...




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Título: Aqueles peitos
Autor: Alvinho
Data: 13/12/2005
Cidade: Passo Fundo
País: Brasil

Com certeza os peitos mais belos são aqueles que eu ainda não chupei. Ah, tem peitinho grande, peitão pequeno, os médios e os diferentes. Cada um a seu estilo, mas todos interessante.




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Título: Vcs não sabem de nada...
Autor: Eu
Data: 13/12/2005
Cidade: São José dos Campos
País: Brasil

Os melhores, mais bonitos e mais gostosos são os meus, e são totalmente naturais, tamanho 42, com mamilos rosa, sem brincadeira, são lindos mesmo, é a parte do meu corpo que eu mais gosto e o Sérgio também...




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Título: na mão
Autor: perucio
E-mail: mestrevida@uahoo.com.br
Data: 12/12/2005
Cidade: curitiba
País: brasil

Prefiro um peito na mão do que dois no sutiã....




Título: A MUSA...
Autor: MARLON
E-mail: marlongodoi2@bol.com.br
Data: 13/12/2005
Cidade: GOIANIA
País: BRASIL

VOCÊS ESTÃO POR FORA--NÃO EXISTE O QUE EU VI. SÃO DOIS MELÕES,OU MELHOR,DUAS PERAS LINDAS,SOCULENTAS E GOSTOSAS.SÓ DE LEMBRAR O FORMATO DA AQUELE CALAFRIO NO CORPO INTEIRO.FOI DESENHADO E JOGADO O MOLDE FORA. EU AINDA VOU TE-LOS EM MINHA BOCA...OK?? HÁ...O NOME DA DONA????------>ANGELA.


Título: TÁ MUNDANDO....
Autor: MARCIN_DF
E-mail: MARCIOPHN@POP.COM.BR
Data: 13/12/2005
Cidade: BRASILIA
País: BRASIL

JÁ FOI O TEMPO, QUE A GALERA SE AMARAVA SÓ EM BUMBUM... AGORA E A VEZ DOIS PEITÕES....RSSSS



Título: isso e obra prima!!
Autor: trucão
E-mail: osni@pantera.com.br
Data: 10/12/2005
Cidade: sao paulo
País: brasil

isso so icentivo




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Título: OS MAIS GOSTOSOS
Autor: NEGUINHO
Data: 10/12/2005
Cidade: goiania
País: brasil

os mais gostosos que já vi e experimentei foram os da Loirona de Jatai ,aquilo era um espetaculo,e o melhor de tudo meu irmao eram naturais,q beleza sem ajuda nenhuma de um profissional!


Título: Luisa Mell
Autor: Admirador de Tetas
Data: 09/12/2005
Cidade: sao paulo
País: brasil

Eu tava reparando ontem nas tetas da Luisa Mell, aquela do TV Fama e do Late Show. Coisa maravilhosa de se ver. As tetas delas são foda. Bati uma pensando nas tetas dela. Meu voto vai para a Luisa Mell.


Título: milinha
Autor: gibarauto de criasco
E-mail: gibarauti.cricri@uol.com.br
Data: 12/12/2005
Cidade: Afenas mg
País: BR

Os melhores peitos dste mundido e os ´peotinhos de milica, minha visinha que mia com louca quando esta no cio,


Título: milinha
Autor: gibarauto de criasco
E-mail: gibarauti.cricri@uol.com.br
Data: 12/12/2005
Cidade: Afenas mg
País: BR

Os melhores peitos dste mundido e os ´peotinhos de milica, minha visinha que mia com louca quando esta no cio,



Título: Os melhores
Autor: Leonardo
E-mail: leonardogonoli@bol.com.br
Data: 11/12/2005
Cidade: Santo Antônioda Platina
País: Brasil

Existem muitos seios deliciosos mas concerteza os melhores de se chupar são os da danielle winits e da scheila carvalho , que são grandes, bonitos e deliciosos




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Título: Poema dos peitos
Autor: Ediuardio
Data: 11/12/2005
Cidade: São Paulo
País: Br

Peito sobe Peito desce Peito vai Peito vem Eu quero um par deles gente, eu gostio é muitio!!!!!!!!!!!!!!!




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Título: AS MAMAS DE DORICA
Autor: CARLOS
E-mail: nogueiracoelho@uol.com.br
Data: 11/12/2005
Cidade: SEABRA
País: BRASIL

SEM DÚVIDA NENHUMA, OS MAIS BONITOS PEITOS DO BRASIL E QUEM SABE DO MUNDO, NÃO SÃO OS DE DANIELLES, NEM SHEILAS, NEM CARLAS. SÃO COM CERTEZA OS DE DORICA, A MINHA VAQUINHA QUE TENHO LÁ NO SÍTIO.




Título: A SAÚDE da minha gatinha...
Autor: Gatinho
Data: 09/12/2005
Cidade: São Paulo
País: Brasil

É demais. Eu nunca vi outro nem semelhante. É mcio, cabe certinho na minha mão e, pricipalmente, tem leite...


Título: Peito Gostoso
Autor: Djw
E-mail: info@uol.com.br
Data: 09/12/2005
Cidade: Belém/PA
País: Brasil

Um Peito gostoso concerteza é o da Mari Alexandre, vaiver que a troca de namorado constante deve ser por causa é que saiba mamar direito aquelas maravilhas!

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Título: Claro q os da Sandyyyyyy
Autor: effs
E-mail: effss@virgula.com.br
Data: 11/12/2005
Cidade: São Luís
País: Brasil

Linda como sempre Os seios da Sandy perfeitossss maravilhosos d++++!!!





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Título: Mamar Meloes
Autor: girino
Data: 09/12/2005
Cidade: Para de Minas
País: Brasil

Nada melhor que se deliciar em belos meloes bem gostosos.....e se for o da Sambambaia do panico na tv será um sonho...


Título: Peitaço
Autor: Download
E-mail: roberto1981@uol.com.br
Data: 09/12/2005
Cidade: Pará de Minas
País: Brasil

Peitaço com os biquinho bem durinhos levará qualquel um a loucura...que maravilha e com marquinha de biquini!!!Uauauauau


Título: Peitoes Melões
Autor: Luciano
Data: 09/12/2005
Cidade: Londrina-Pr.
País: Brasil

Os peitões inspiram beleza, maciez e carinho.


Título: peito bombom
Autor: gvm
E-mail: ginaldomatos@ig.com.br
Data: 09/12/2005
Cidade: aracaju
País: Brasil

um peito grande ou pequeno, com o biquinho durinho parecendo uma agulha é muito bom para dá uma mordidinha.


Título: AMORTECEDOR DE SORRISO
Autor: ERAN
E-mail: amariat@bellsouth.com
Data: 08/12/2005
Cidade: Coral Springs
País: USA

temos alguns amortecedores para tirar o sorriso dos labios tanto famosos como discretos porem nada mais abusivo e provocante que a jovem senhora Luiza Brunet.


Título: Melões
Autor: josé
E-mail: zeca64@uol.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: Rondinha
País: Brasil

Mulher sem peito é igual a jardim sem flores.


Título: BELO TRAVESSEIRO
Autor: FIDEL
Data: 08/12/2005
Cidade: Tauá
País: Brasil

Belo travesseiro, com eles me sinto nas nuvens.


Título: profetico
Autor: Marcos
E-mail: only@onlybrindes.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: São Bernardo do Campo
País: Brasil

Amamentem as crianças e divertem os páis.


Título: SEIOS
Autor: Nelson
E-mail: ne_ne@osite.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: São Paulo
País: br

Seios da Fafá de Belém e CORINTHIANS: NADA É MAIS BONITO !


Título: small air bag
Autor: hunter
E-mail: mattjr@uol.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: campinas
País: brasil

O pessoal ainda não entendeu que os melhores air bags..são small..pequenos que cabem na palma d mão..rosados,durinhos e pontudos...lamento,mas tamanho não é documento...fico com os air bag tamanho small...38..42 no maximo. hunter


Título: viciado
Autor: samuel rojas
E-mail: rojascontreras@ig.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: Bragança Pta
País: brasil

Mamãe me viciou a só mamar no peito !!!




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Título: NUOVA FORMA
Autor: MARCELO R.
E-mail: marcelogrando@pop.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: VERONA
País: ITALIA

BENE HO IMPORTANTE è O AMOR DE UN CASAL, E NAO OQ A MULHER TEM HA OFERECER! MAS NAO NEGO QUE SEIOS MAIS AVANTAJADOS OS MELHORES!!!


Título: SEIOS, SEIOS, SEIOS
Autor: REINALDO
E-mail: reinaldo.81@hotamil.com.br
Data: 08/12/2005
Cidade: birigui
País: brazil

NÃO TEM NADA MELHOR QUE UM "PAPAI-MAMÃE" COM UMA MAMADEIRA.
VALEU BJOS PRA ELAS


Título: Apaupar
Autor: Rodrigo
E-mail: aparecido.rodrigo@ig.com.br
Data: 07/12/2005
Cidade: Cosmópolis
País: Brasil

É melhor apalpar um peitão gostoso cheio de silicone, do que um natural igual a um ovo frito!


Título: amo seios grandes
Autor: sirley moreira lima
E-mail: novorio@abrac.com.br
Data: 07/12/2005
Cidade: ARAGUAINA
País: BRASIL

EU ADORO SEIOS FARTOS QUANDO ENCOSTO O ROSTO NELES E SINTO OS DOIS ENVOLVENDO TODO O MEU ROSTO, É D+.


Título: LULA VC NÃO É PATRIOTA
Autor: PAULO MANSUR
E-mail: pclmansur@ig.com.br
Data: 29/11/2005
Cidade: Alcobaça
País: BABABABASIL

Lula vc traiu a minha confiança pessei que vc ia acabar com esses juros internacionais e fazer acordo para pagra a divida em poucos anos, e nos livrar desse agiota maldito que é o FMI, pois assim continuaram a assolar este país, pensei que vc iria dar insentivo incondicional ao pro algool pois assim nos livraria-mos do roialt internacional do refino da gasolina, e teriamos um Brasil menos poluidor, vc não é um cidadão patriota como eu sou eu sou, e integrante militante do PCdoB, mais se a o PCdoB continuar apoiando vc eu sairei dessa vergonha que é seu mandato, tem alguma força oculta que não deixa vc fazer seu papel de comunista, de comunista vc não tem nada voce é pobre de espirito...


Título: cu e peitos
Autor: anderson
E-mail: rick_m3m0@uol.com.br
Data: 29/11/2005
Cidade: foz do iguaçu
País: brasil

eu amo um cu e dois peitos. quem nao adora?


Título: Seios mais lindos
Autor: Almirog
E-mail: almirog@bol.com.br
Data: 07/12/2005
Cidade: Salvador
País: Brasil

A mulher é uma bolinha de massa que suas curvas são delineadas de acordo os pensamentos do seu amor. A beleza da mulher está para o homem assim que este transcreva em seus pensamentos.


Título: loana
Autor: oi
E-mail: maria.loana@hotmaol.com
Data: 06/12/2005
Cidade: rio de janero
País: brasil

ola eu sou loana


Título: Vaidade femenina
Autor: Tatiana Beal
E-mail: tati@promenac.com.br
Data: 06/12/2005
Cidade: Itajaí-SC
País: Brazil

A Bela da mulher esta nela mesma. Pois toda a mulher que se cuidade e é vaidosa tem um grande valor.


Título: MULHER SO E BONITA SE TIVER PEITOS A MEDIUM
Autor: JOAS
E-mail: joais@bol.com.br
Data: 06/12/2005
Cidade: BALSAS
País: BRASIL

ESSE E O TIPO DE PETOS GOSTOSO DE PEGAR E BEIJALOS


Título: convite
Autor: gilcicley do esp.santo
E-mail: www.gilcicley2005@ig.com.br
Data: 06/12/2005
Cidade: sjcampos-sp.
País: brasil

NÃO SE PREOCUPE ALLINE MORAES, ESTAREI TORCENDO PARA VC. MAS SE O RELACIONAMENTO DE VCS NÃO DER MAIS CERTO FICAREI MUITO FELIZ, PORQUE ESTAREI AQUI TE ESPERANDO.
LEMBRA-TE DO TEMPO DA ESCOLA, PRINCIPALMENTE NA CANTINA LEMBRA O QUE VC ME DISSE NUNCA ESQUECI.......

BEIJOS..........................


Título: Silicone
Autor: Priscila
E-mail: priscila.santos@unidas.com.br
Data: 02/12/2005
Cidade: São paulo
País: Brasil

Esta mensagem vai para os homens aqui que não querem que suas namoradas coloquem silicone. Não estou dizendo que todos devem adorar peitos grandes, mas a grande maioria dos homens não querem em suas namoradas mas, ficam babando com as famosas e atrizes pornôs. Aliás é bom deixar claro aqui que VCS homens são "puramente visuais", a beleza exterior é que vale mais pra vocês, então deixem de ser hipócritas e parem de reclamar pq o seio com silicone é perfeito e muito muito, muito mais bonito e durinho que o natural...detalhe: só lamento que vocês que deixam de conhecer mulheres maravilhosas por só olharem para outras " gostosas " , em pleno séc. XXI e vocês ainda são um bando de animais!!!!


Título: sou natural
Autor: elia
E-mail: eliarenata@chimoio.mocambique.net
Data: 02/12/2005
Cidade: maputo
País: mocambique

eu sou bem natural com uma bunda bem sex um peito fora do serio agora meu namorado se nao gosta e com ele eu lhe mando a merda e ele apreciar essas actores pornos que so vai babar e numca vai ter......
tambem homems sao uns bandos de animais

VIVA AS MULHERES


Título: que importa e o bico
Autor: decio doce
E-mail: eticaidentfraude@terra.com.br
Data: 03/12/2005
Cidade: saint paul
País: brazil

DE FATO O QUE IMPORTA É O BICO, BEM REDONDO VOLUMOSO, COM UMA PEQUENA MORDIDA ELE SE AVOLUMA MAIS AINDA. É COMO A BUNDA O TAMANHO DAS NADEGAS É SÓ MOLDURA. O QUE VALE É A ENTRE COXA. QUE O PESSOAL CHAMA DE VIRILHA.


Título: sao naturais
Autor: juliana
E-mail: thiagopineiro@uol.com.br
Data: 02/12/2005
Cidade: sao paulo
País: brasil

sao naturais sim mas meu namorado se amarra seis duros de silicone nao esta com nada , mais gostoso diz os homens que sao os naturebas.


Título: Braile lingual
Autor: Tjota
E-mail: tjota@msn.com
Data: 30/11/2005
Cidade: São Paulo
País: Brasil

Depois de ver a mensagem da Morena Linda de Curitiba, preciso cursar urgente um intensivão de "braile lingual". E ai morena, tem jeito hehehe...


Título: brasileiro
Autor: bruno
E-mail: www.d2.bruno@bol.com.br
Data: 30/11/2005
Cidade: cuiaba
País: brasil

LULA TENHA DO DE NOS BRASILEIROS!!!


Título: o seios mais bonitos
Autor: Luiz Eduardo Alavés
Data: 30/11/2005
Cidade: bh
País: brasil

O seios mais bonitos são da minha amiga Kelly, não tem pra ninguém nem Aline nem Gisele
vivos os seios de kelly lindos os seios de kelly não tem pra ninguém nem camila nem grazielle

brancos o seios de kelly doces o seios de kelly não tem pra ninguém nem mariana nem danielle





Título: ADORO MULHER FEIA FECHO O OLHOS E NAO ABRO MAIS
Autor: WILLIAM DOS SANTOS FERREIRA
Data: 06/12/2005
Cidade: SAO PAULO
País: BRASIL

MULHER FEIA E QUE NEN CARRO VELHO VIVE BATENDO QUANDO AMACA NUNCA ARRUMA QUANDO ARRUMA NUNCA FICA BOM VIVE COM OS PENUS FURANDO SEM ESTEPE SO PEGA NACHUPETA E NEM ABRE O PORTA MALAS ASSIM NUNCA GUARDO A CHAVE DE RODA


Título: As melhores
Autor: T.
Data: 06/12/2005
Cidade: Campinas
País: Brasil

Acredito que as mulheres pecisam ter em mente que são maravilhosas por si só, pois todo avião tem um pneu...rs


Título: ADORO SEIOS FURA OLHO
Autor: WELSON TAVARES
E-mail: wsm.com@uol.com.br
Data: 06/12/2005
Cidade: SÃO JOSE DA BELA VISTA
País: BRASIL

ADORO SEIOS GRANDES PORQUE POSSO MORDER NAS PONTINHAS


Título: ssssss
Autor: ssssssssssss
E-mail: ddd@sum.com
Data: 25/11/2005
Cidade: ffffff
País: fffffffff

mulher é tudo Puta e o peito e o cu elas adoram dar.. Bando de VACA


Título: ETICA PURITANA E SEIOS
Autor: MARIO GIUDICELLI, (M. S. B.) de férias no Guarujá
E-mail: eric@gnet.com.br
Data: 25/11/2005
Cidade: Kensington Maryland
País: USA

Sorry, mas os brasileiros ( o que mostra seu elevado grau de auto-confianca e internacionalidade) ao dar agora PREFERÊNCIA AO SEIO, nada mais fazem senão copiar uma das bobagens norte-americanas que é detestar e tentar ocultar ocultar a natural sexualidade humana, ao dar ao sexo uma falsa importância ao seio, que no Brasil é dado ás curvas da cintura e ao famoso bumbum. Pior para nós outros aqui na América do Norte, que temos em geral um sexo porcaria, enquanto que vocês ai adicionaram uma novidade interessante, oportuna, e realmente sexy, já que usam o seio para a beleza maior do sexo e não para escondê-lo. Parabens MGIUDICELLI (Master em Sociobiology Univ. of Connecticut)

Título: PEITOS DE DAR ÀGUA NA BOCA
Autor: VALDIR AGUIAR
E-mail: ofircarvalhozonasul@uol.com.br
Data: 23/11/2005
Cidade: RECIFE
País: BRASIL

Todo o homem indiscutivelmente gosta de chupar um bom peito e pode ter certeza que para mulher as vezes uma chupada também no peito excita bastante à prática do sexo. Pode certeza.


Título: PAU NELAS
Autor: ** O$ PIR@T@$**
Data: 23/11/2005
Cidade: JUNDIAÍ
País: BRAZUCA

BOM MESMO SÃO AQUELES PEITAOS DUROS EMPINADOS COM OU SEM CILICA, FAZER UMA ESPANHOLA, DEPOIS DE CHUPAR A BUCETINHA CHEIROSA ENFIANDO O DEDINHO NO CUZINHO DELA COLOCAR-MOS DE QUATRO E PENETRAR SEU CUZINHO COM CARINHO IREMOS INICIAR A FAMOSA ESPANHOLITA COM O PAU BEM DURO E RIGIDO ISCURREGA PRA FRENTE UHAUHAUHA A VAGABA FAZ BOQUINHA E CHUPA A CABEÇA ROCHA DA MINHA ROLA E SUGA.....
PUTZ!!!! QUE DELICIA.....DISPOIS NOIS GOZA NA BOCA, NOS PTOES E PEGA A ROLA E DA NA CARA DELA....ISSO É P/ ELA NÃO SE ESQUECER DO MOMENTO.

FARIA TUDO ISSO E MUITO MAIS COM A SHEILA CARVALHO E MELO ( MORENA E LOIRA ) DOIS BUCETÃO.



Título: DOIS OVOS FRITOS E CAIDAÇOS, UMA TRISTEZA
Autor: Juarez
Data: 05/12/2005
Cidade: São Paulo
País: Brasil

DETESTO SEIOS TIPO, DOIS OVOS FRITOS E CAIDAÇOS, UMA TRISTEZA,
Quanto ao poeta que colocou tanta repetição de seu poema vai aí pra ele uma mensagem:

Cara, peço com licença um minuto de tua atenção, pois caso voce não tenha tido uma boa educação. neste momento te explico o que é poluição, é tudo que está, onde não deveria estar não! Assim sendo entrando com seu poema no lugar do peitão, Faz de sí proprio um pixador e de seu poema um lixão! Ainda mais colocando o nome sagrado em Vão! Seja Civilizado, não polua a Internet também não!




















Título: Inspiração de um poeta
Autor: Paulo de Andrade
E-mail: poetapaulo54@uol.com.br
Data: 03/12/2005
Cidade: Duque de Caxias-RJ
País: Brasil

No dia 10/12/2005 é o dia mais feliz da minha vida, Quando terei a oportunidade de receber, O meu benefício como aposentado e ser poeta, Neste momento é ser rico,é crescer.
O meu sucesso foi inspirado pelas mulheres, Que me seduziam com a sua beleza nua, E diante dos encantos me senti inspirado, Também pelo luar da lua.

Pelas mulheres tive esse desejo de trabalhar, E finalmente eu pude me aposentar, Como aposentado eu pude com o meu talento, Até aqui me apresentar.

Eu fiz esta poesia, Pra Luzia se encantar, Tamanha era a sua teimosia, De querer comigo brigar.

Essa minha vizinha após me desprezar, Fêz nascer em mim uma grande paixão, Que pra chamar sua atenção, Fiz da minha poesia uma canção.

Como aquela cantada por Dori Edson, Perto dos olhos longe do coração, E agora aqui estou para conquistar, Trinta e cinco mil amigos de decisão.

Que possam a partir de agora me apoiar, E fazer da minha poesia uma canção, Como a cantada pelo cantor Dori Edson, Perto dos olhos longe do coração.

Desde já desejo a todos os amigos, Desta comunidade, Um feliz Natal e um ano novo de paz, É o desejo deste amigo Paulo de Andrade.

Não deixe para amanhã, Pense bem,pense PAN, P de Paz,A de Amor,N de Nação, Só Jesus Cristo tem a solução.

Deixe o mundo e viva pela luz, Pela sua vida,pela sua salvação, Eu agora sou de Jesus, E você já tomou a sua decisão?

Site:www.gamadinho.flogando.com www.fotolog.aonde.com www.poetapaulo54.blog.uol.com.br

E-mail:poetapaulo54@uol.com.br www.poetapaulo@hotmail.com

poeta de talento Paulo de Andrade

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/14/2005 07:45:38 AM


Subota, Decembar 10, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :

MORDIDA DE AMOR - Yahoo (tema de Ângela)

ADORO - Léo Jaime (tema de Zezinho)

QUASE NÃO DÁ PARA SER FELIZ - Dalto (tema de Ana)

PRECISO DIZER QUE TE AMO - Marina (tema de Tonico)

O BECO - Os Paralamas do Sucesso (tema geral)

RENDEZ VOUS - Carla Daniel (tema de Rei e Raio de Luar)

AS BRUXAS - Beto Saroldi (tema de perigo)

AMOR BANDIDO - Joanna (tema de Ester)

DE IGUAL PRÁ IGUAL - José Augusto (tema de Soninha)

ME AME OU ME DEIXE - Wanderleia (tema de Branca)

VIVER E REVIVER - Gal Costa (tema de Liminha)

RONDA - Emílio Santiago (tema de Laura)

ME DÁ UM ALÔ - Solange (tema de Gloria)

AMOR E BOMBAS - Eduardo Dusek (tema de abertura)



Trilha Sonora Internacional



I DON'T WANT GO ON WITH YOU LIKE THAT - Elton John (tema de Rico)

BUILD ("Melô do Papel") - Housemartins (tema de Ana)

1, 2, 3 - Gloria Estefan & Miami Sound Machine

I WONDER WHO SHE'S SEEING NOW - Temptations

LE BAL MASQUÉ - La Compagnie Créole

SO LONG - Eddy Benedict (tema de Sininho)

DOWNTOWN LIFE - Hall & Oates (tema de Rei)

I DON'T WANT TO LIVE WITHOUT YOU - Foreigner (tema de Tonico e Ângela)

I'M NO REBEL - View From the Hill (tema de Raio de Luar)

NO PAIN (NO GAIN) - Betty Wright

STRANGELOVE - Depeche Mode (tema geral)

QU'EST-CE QUE TU FAIS ? - Formule II

NEVER TEARS US APART - Inxs (tema de Rei e Raio de Luar)

ELECTRICA SALSA - Off (tema de Ângela)



Trilha Sonora Complementar: Lambateria Tropical



ODÉ E ADÃO - Luiz Caldas

KIRICA NA BUSSANHA - Gerônimo

UMA HISTÓRIA DE IFÁ (EJIGBÔ) - Margareth Menezes

LÁ VAI O TRIO - Banda Tomalira

TE AMO (THE RETURN OF LEROY PT.1) - Ademar e Furta Cor

BAGDÁ - Banda Mel

VAI LÁ MANÉ - Chiclete com Banana

JEITO DE CORPO - Banda Cheiro de Amor

CARAMBA - Missinho

ISSO É BOM (CUISSE LÁ) - Avatar

VEM VER (YO VOUAI OU) - Fogo Baiano

RALA-COXA - Djalma Oliveira

SHAULIN-NAGÔ - Sarajane

LIBERTEM MANDELA - Banda Reflexu's

BUNDA LÊ-LÊ - Os Paralamas do Sucesso



Direção Musical: Márcio Antonucci

Supervisão Musical: Wálter D'Avilla Filho

Seleção Musical da Trilha Internacional: Sérgio Motta

Sonoplastia: Jenny Tausz

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/10/2005 06:52:59 AM


Utorak, Decembar 06, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :

Pronto. Descobriram de naonde que eu vim, e de que espécie e raça eu sou.
Agora, não vão mais estarem me deixando em paz.



CIÊNCIA

05/12/2005 - 21h46m
Nova espécie de mamífero é encontrada em Bornéu

Agências Internacionais

GENEBRA, Suíça - Pesquisadores de meio ambiente estão preparando a captura do que eles chamam de uma nova espécie carnívora encontrada em Bornéu, a primeira descoberta na rica ilha indonésia em um século. O grupo ambientalista WWF, baseado na Suíça, afirmou, nesta segunda-feira, que seus pesquisadores fotografaram o esquisito animal, descrito como uma mistura entre um gato e uma - raposa, achado em uma densa floresta tropical no centro de Bornéo.

"Essa pode ser a primeira vez, em mais de um século, que um novo carnívoro é descoberto na ilha", afirmou a WWF em um comunicado.

O mamífero é ligeiramente maior do que um gato, tem pele vermelha e longa cauda. Ele foi fotografado duas vezes por uma câmera à noite.

Moradores locais e especialistas em animais selvagens, que viram fotografias do animal, que tem orelhas muito pequenas e largas patas traseiras, disseram que nunca o viram antes e estão convencidos de que são uma nova espécie, disse a WWF.

Pesquisadores esperam confirmar a descoberta com a implementação de armadilhas para capturar uma espécime viva, mas alertaram que o governo da Indonésia planeja destruir a floresta par criar a maior plantação de óleo de palmeira, contou o WWF. O esquema de plantações, desenvolvido pelo Banco de Desenvolvimento da China, deve cobrir uma área de 1,8 milhão de hectares, equivalente à metade do tamanho da Holanda, disse o WWF, sigla para o Fundo Mundial da Natureza.

A suposta nova espécie de carnívoro de Bornéu pode ser a primeira a ser achada desde a descoberta do furão de Bornéu, em 1895, afirmou a WWF.

Fotos do animal foram tiradas pelos pesquisadores da WWF pela primeira vez em 2003. As imagens não foram publicadas porque a pesquisa continuava. O grupo decidiu tornar as fotos públicas com o lançamento de um livro sobre Bornéu, que ocorrerá nesta terça-feira.

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/6/2005 06:09:47 PM


´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENOBRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENOBRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO BRENO

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/6/2005 01:19:45 AM


Ponedeljak, Decembar 05, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
Não bebe, que o teu mal é o salário.

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/5/2005 06:41:14 PM


Petak, Decembar 02, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
COMUNICADO DEL COMITÉ CLANDESTINO REVOLUCIONARIO INDÍGENA
COMANDANCIA GENERAL DEL EJÉRCITO ZAPATISTA DE LIBERACION NACIONAL.
MÉXICO.



20 DE NOVIEMBRE DEL 2005
AL PUEBLO DE MÉXICO:
A LOS PUEBLOS DEL MUNDO:
HERMANOS Y HERMANAS, COMPAÑEROS Y COMPAÑERAS:
EL CCRI-CG DEL EZLN DICE SU PALABRA:

PRIMERO.- EN 1996, EN SU CUARTA DECLARACIÓN DE LA SELVA LACANDONA, EL
EZLN LLAMÓ A LA FORMACIÓN DEL FRENTE ZAPATISTA DE LIBERACIÓN NACIONAL
(FZLN), UNA ORGANIZACIÓN POLÍTICA, CIVIL Y PACÍFICA, QUE NO LUCHARA
POR EL PODER Y SE EMPEÑARA EN LA CONSTRUCCIÓN DE UNA NUEVA FORMA DE
HACER POLÍTICA. EN ESE ENTONCES PENSÁBAMOS QUE EL FIN DE LA GUERRA SE
ACERCABA Y PODRÍAMOS ENTONCES PASAR A LA LUCHA POLÍTICA ABIERTA EN EL
FZLN. NO FUE ASÍ, LOS MALOS GOBIERNOS SIGUIERON SU GUERRA EN CONTRA
NUESTRA Y NOSOTROS NOS HEMOS MANTENIDO DESDE ENTONCES RESISTIENDO.
AUNQUE SIN NUESTRA PARTICIPACIÓN DIRECTA, MUCHOS HOMBRES Y MUJERES DE
TODO MÉXICO (Y HASTA DE OTROS PAÍSES) SE ENTRARON EN EL FZLN Y,
CUMPLIENDO CON EL PRINCIPIO DE NO LUCHAR POR EL PODER, SE EMPEÑARON EN
CONSTRUIR UNA NUEVA FORMA DE HACER POLÍTICA EN ESTOS CASI 10 AÑOS.

SEGUNDO.- EN ESTE AÑO DEL 2005, EL EZLN EMITIÓ LA SEXTA DECLARACIÓN DE
LA SELVA LACANDONA, CON UNA SERIE DE INICIATIVAS QUE INCLUYEN LA DE
QUE UN GRUPO DE ZAPATISTAS DEL EZLN SALGA A HACER TRABAJO POLÍTICO
ABIERTO, CIVIL Y PACÍFICO, EN LA LLAMADA "OTRA CAMPAÑA". SE ABRIÓ ASÍ
UNA NUEVA ETAPA DE LA LUCHA ZAPATISTA POR LA DEMOCRACIA, LA LIBERTAD Y
LA JUSTICIA PARA MÉXICO, Y SON NECESARIOS ALGUNOS CAMBIOS PARA
CUMPLIRLA A CABALIDAD.

TERCERO.- A FINALES DEL PASADO MES DE OCTUBRE DE ESTE AÑO DE 2005, UNA
DELEGACIÓN CCRI-CG DEL EZLN SE REUNIÓ CON ALGUNOS MIEMBROS DEL FRENTE
ZAPATISTA DE LIBERACIÓN NACIONAL Y LES PIDIÓ QUE CONSULTARAN A TODOS
LOS COMPAÑEROS Y COMPAÑERAS FRENTISTAS LA POSIBILIDAD DE DISOLVER LA
ESTRUCTURA ORGÁNICA DEL FZLN Y DEVOLVER AL EZLN EL NOMBRE DE ESA
ORGANIZACIÓN POLÍTICA CIVIL ZAPATISTA, CONVOCADA EN SU ORIGEN Y FINES
POR EL EZLN.
ESTO CON EL OBJETIVO DE DEJAR EN LIBERTAD AL EZLN PARA REFUNDAR UNA
ORGANIZACIÓN ZAPATISTA, CIVIL Y PACÍFICA, QUE, RATIFICANDO LOS
PRINCIPIOS ENUNCIADOS EN LA IV DECLARACIÓN, INCORPORARA LOS AVANZADOS
EN LA SEXTA DECLARACIÓN DE LA SELVA LACANDONA (ANTICAPITALISTA Y DE
IZQUIERDA), CON LOS MÉRITOS LOGRADOS POR EL FZLN EN 10 AÑOS DE VIDA,
TRATANDO DE EVITAR LOS ERRORES Y VICIOS QUE SE ESTUVIERON PRESENTANDO
EN SU TRABAJO, Y, AHORA SÍ, CON LA PARTICIPACIÓN DIRECTA DE ZAPATISTAS
DEL EZLN.

CUARTO.- HACE UNOS DÍAS, EL FZLN TERMINÓ SU CONSULTA INTERNA Y LA
MAYORÍA DE LOS COMPAÑEROS ACORDARON DISOLVERSE, DEVOLVER EL NOMBRE DEL
"FZLN" AL EZLN Y ESTAR PENDIENTES AL LLAMADO A LA REFUNDACIÓN DEL
FRENTE ZAPATISTA DE LIBERACIÓN NACIONAL CON NUEVOS PRINCIPIOS,
REQUISITOS, NORMAS, ESTRUCTURA Y OBJETIVOS. ASÍ LO COMUNICARON AL
EZLN.

QUINTO.- TOMANDO CONOCIMIENTO DE ESTA DECISIÓN, EL COMITÉ CLANDESTINO
REVOLUCIONARIO INDÍGENA-COMANDANCIA GENERAL DE EZLN COMUNICA AL PUEBLO
DE MÉXICO Y A LOS PUEBLOS DEL MUNDO QUE, A PARTIR DEL DIA VIERNES 25
DE NOVIEMBRE DEL 2005, EL FRENTE ZAPATISTA DE LIBERACIÓN NACIONAL,
ORGANIZACIÓN HERMANA DEL EZLN, DEJA DE EXISTIR Y NADIE PUEDE USAR SU
NOMBRE PARA NINGÚN FIN, POR BONDADOSO QUE ÉSTE PAREZCA O SEA. EN ESTOS
DÍAS, A PETICIÓN EXPRESA DEL EZLN, ALGUNOS FRENTISTAS FORMARÁN UNA
COMISIÓN DE TRANSICIÓN, ENCARGADA DE ORGANIZAR EL TRASPASO DE TODOS
LOS TRABAJOS Y BIENES DEL FZLN A LA COMISIÓN SEXTA DEL EZLN.

SEXTO.- EL EZLN AGRADECE Y RECONOCE EL ESFUERZO Y SACRIFICIO DE
AQUELLOS COMPAÑEROS Y COMPAÑERAS FRENTISTAS QUE PORTARON CON DIGNIDAD
EL NOMBRE DE "ZAPATISTAS", HICIERON HONOR A LA HERMANDAD CIVIL Y
PACÍFICA CON EL EZLN, Y QUE SE COMPORTARON DE ACUERDO A LOS PRINCIPIOS
QUE ALIENTAN NUESTRA JUSTA LUCHA. LAS COMUNIDADES INDÍGENAS REBELDES,
ORGANIZADAS AHORA EN LOS MAREZ Y JUNTAS DE BUEN GOBIERNO, TUVIERON,
DURANTE TODO ESTE TIEMPO, EL APOYO INCONDICIONAL DE LOS FRENTISTAS. NO
HUBO MOMENTO DE SUFRIMIENTO, ANGUSTIA Y PELIGRO EN QUE NO ESTUVIERA EL
FZLN AL LADO DEL EZLN. POR ELLO, A NOMBRE DE LAS MUJERES, HOMBRES,
NIÑOS Y ANCIANOS DEL EZLN, LES DAMOS SINCERAMENTE LAS GRACIAS.

SEPTIMO.- HUBO, ES CIERTO, QUIENES USARON AL FZLN Y SU CERCANÍA CON EL
EZLN PARA PROVECHO PROPIO, PARA LASTIMAR A OTR@S, PARA AISLARSE Y
AISLARNOS, PARA TOMAR FUERZA EN RIVALIDADES PERSONALES Y PUGNAS
INÚTILES, COMO PLATAFORMA PARA EL PROTAGONISMO INDIVIDUAL O DE
GRUPÚSCULO, Y PARA SIMULAR COMPROMISO DONDE SÓLO HABÍA UNA POSICIÓN
CÓMODA.
ADEMÁS DE LOS QUE NOS CORRESPONDEN DE POR SÍ, EL EZLN ASUME COMO
PROPIOS LOS ERRORES QUE, CON LA BANDERA DEL ZAPATISMO CIVIL, SE HAYAN
COMETIDO POR EL FZLN. POR ESTOS ERRORES, COMO EZLN PEDIMOS DISCULPAS
PÚBLICAS A TODOS LOS HOMBRES Y MUJERES QUE SE HAYAN SENTIDO LASTIMADOS
POR ACCIONES, PALABRAS Y DESATENCIONES.

OCTAVO.- UNA NUEVA ETAPA DEL ZAPATISMO CIVIL INICIA. AHORA HAREMOS,
CON AQUELLAS PERSONAS QUE CON LA ACTITUD Y EL TRABAJO DEMUESTREN QUE
ASÍ LO QUIEREN, UNA NUEVA ORGANIZACIÓN POLÍTICA ZAPATISTA, CIVIL Y
PACÍFICA, ANTICAPITALISTA Y DE IZQUIERDA, QUE NO LUCHE POR EL PODER Y
QUE SE EMPEÑE EN CONTRUIR UNA NUEVA FORMA DE HACER POLÍTICA. ES DECIR,
EL MISMO DESTINO HACIA EL QUE ANDUVIMOS HASTA AHORA POR CAMINOS
PARALELOS.

NOVENO.- ESTA NUEVA ORGANIZACIÓN NACERÁ DIRIGIDA DIRECTAMENTE POR LA
COMISIÓN SEXTA DEL EZLN, SE INGRESARÁ A ELLA SÓLO A INVITACIÓN
EXPRESA, Y SERÁ PARTICULARMENTE ESTRICTA EN QUE SE CUMPLAN LOS
PRINCIPIOS ZAPATISTAS, IMPONIENDO SIEMPRE LA ÉTICA SOBRE
CONSIDERACIONES PRAGMÁTICAS.

DÉCIMO.- CON ESTA ORGANIZACIÓN, LA COMISIÓN SEXTA DEL EZLN TRAZARÁ LA
FORMA Y PINTARÁ EL COLOR ZAPATISTA EN EL BORDADO MULTICOLOR DE LA
"OTRA CAMPAÑA".


¡DEMOCRACIA!
¡LIBERTAD!
¡JUSTICIA!
Desde las montañas del Sureste Mexicano.
Por el Comité Clandestino Revolucionario Indígena-Comandancia General del
Ejército Zapatista de Liberación Nacional.
Subcomandante Insurgente Marcos.
México, Noviembre del 2005.



--------------------------------------------------------------------------------


A la Comandancia General-Comité Clandestino Revolucionario Indígena
del Ejército Zapatista de Liberación Nacional


El 1° de enero de 1996, en su IV Declaración de la Selva Lacandona, el
Ejército Zapatista de Liberación Nacional convocó a la organización
del Frente Zapatista de Liberación Nacional. Finalizando la segunda
parte de las tres que conformaban dicha declaración, después de
nombrar las características políticas que tendría la nueva
organización a que estaban convocando, ustedes escribieron lo
siguiente: "Con la unidad organizada de los zapatistas civiles y los
combatientes zapatistas en el Frente Zapatista de Liberación Nacional,
la lucha iniciada el 1° de enero de 1994 entrará en una nueva etapa.
El EZLN no desaparece, pero su esfuerzo más importante irá por la
lucha política. En su tiempo y condiciones, el EZLN participará
directamente en la formación del Frente Zapatista de Liberación
Nacional."


20 meses después, durante el Congreso de Fundación del FZLN celebrado
en la ciudad de México y al que asistieron como observadores los 1111
delegados zapatistas que habían salido de las montañas del sureste, el
EZLN explicó lo siguiente: "... Muchos se preguntan por qué hemos venido
sólo a observar su congreso y no a participar directamente en él.
Muchos se preguntan por qué, en los últimos días, hemos declarado una
y otra vez que el EZLN no formará parte del FZLN y que seremos dos
organizaciones hermanas, pero distintas... Cuando llamamos a la
formación del FZLN pensábamos que la paz estaba cerca y que nuestra
rebeldía tenía que buscar nuevos caminos y formas de lucha para
continuar su empecinado andar.... Pensábamos que en poco tiempo
estaríamos como ustedes y junto a ustedes. Con la misma rebeldía
frente al poderoso, pero sin armas necesarias... Con la misma dignidad
para el mañana, pero sin el rostro escondido por el negro del dolor o
el rojo de la sangre. Pero nos equivocamos hermanos y hermanas
frentistas... La paz no estaba cerca. La paz sigue lejana. Antes y ahora
el gobierno usó y usa la mentira de una paz que no imagina más que
como rendición y castigo. Pero tampoco podemos seguir deteniéndolos ni
pidiéndoles que nos esperen, que no avancen, que no crezcan, que no se
hagan grandes, que no se organicen hasta que haya paz justa y digna y
el EZLN pueda compartir con ustedes presente y futuro. No será una
fuerza militar la que dirija sus pasos civiles y los ponga en riesgo.
Esto no debe ni puede ser así."

Más de 8 años después, el Ejército Zapatista de Liberación Nacional
lanza la Sexta Declaración de la Selva Lacandona y junto con varios
miles más de mexicanos y mexicanos, emprende la construcción de lo que
se ha llamado la Otra campaña. Y entonces, como mero lo dicen en la VI
Declaración, van a hacer, entre otras cosas, lo que sigue: "Vamos a ir
a escuchar y hablar directamente, sin intermediarios ni mediaciones,
con la gente sencilla y humilde del pueblo mexicano y, según lo que
vamos escuchando y aprendiendo, vamos a ir construyendo, junto con esa
gente que es como nosotros, humilde y sencilla, un programa nacional
de lucha, pero un programa que sea claramente de izquierda o sea
anticapitalista o sea antineoliberal, o sea por la justicia, la
democracia y la libertad para el pueblo mexicano.



En resumen, el Ejército Zapatista de Liberación Nacional va a salir
directamente a hacer política, una nueva forma de hacer política, por
todos los rincones del país.


Y entonces, en el Frente Zapatista de Liberación Nacional nos juntamos
con ustedes, compañeros del EZLN, que fueron quienes nos convocaron a
formar la organización y nos dieron nombre, y en esa reunión vimos que
el FZLN había cumplido en la etapa que fue desde la IV Declaración
hasta que salió la Sexta, pero que ahora la nueva etapa nos quedaba
muy grande para lo que se venía. Así que hicimos una consulta interna
entre todas y todos los militantes del FZLN y de ahí salió lo
siguiente:


De los 127 comités civiles de diálogo que conforman nuestro FZLN, 123
se pronunciaron por que se disuelva completamente el FZLN como
organización política nacional y se le devuelva el nombre a los compas
del EZLN.

3 ccds dijeron que había que mantenernos como organización pero con
otro nombre, aunque dos de ellos resaltaron que si la mayoría aceptaba
otra cosa, ellos también la asumían.

Y uno dijo que no se pronunciaba por algo en concreto, sino que
renunciaban al FZLN.

Además, 9 frentistas de manera individual se pronunciaron por la
opción de disolver el FZLN y regresar el nombre al EZLN.


Así pues, el acuerdo tomado por mayoría, y que les queremos comunicar,
es el siguiente:


El Frente Zapatista de Liberación Nacional se disuelve totalmente como
organización política y le devuelve su nombre al Ejército Zapatista de
Liberación Nacional para que éste a su vez decida que hacer con él.
Los comités o individuos que así lo decidan podrán mantenerse juntos
en cada localidad y adherirse a la sexta y a la otra campaña, pero ya
sin usar el nombre de comité del FZLN.


Por último, queremos decirles queridos compañeros y compañeras del
EZLN y de todas las comunidades indígenas zapatistas, de los
municipios autónomos zapatistas, de las Juntas de Buen Gobierno, que
ha sido un honor para las y los frentistas el haber caminado con el
nombre que nos dieron durante todos estos años. Sabemos que cometimos
muchos errores y que no siempre nos salieron las cosas como pensábamos
y como deberían de haber salido, pero todo lo que hemos aprendido de
ustedes y su digna lucha por un México y un Mundo mejor para todos,
seguramente será un primer paso que nos servirá para sumarnos a este
caminar que ahora están iniciando con la otra campaña y en la cual
intentaremos también estar, para colaborar desde cada uno de nuestros
espacios, junto con miles más, en la construcción de un México más
justo, más libre y más democrático, desde abajo y a la izquierda.


Frente Zapatista de Liberación Nacional

México

Octubre del 2005

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/2/2005 08:48:24 AM


?etvrtak, Decembar 01, 2005

´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :

"Nunca vi tanta corrupção em minha vida."
(FHC, 2005)


Acho que Fernandão comprou óculos novos ou fez cirurgia de miopia há uns 2 anos.

Ou foi Jatobá que conscientizou-o recentemente.



Um homem pra chamar Dirceu... mesmo quissifudeu!

´´[ç[yi

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/1/2005 10:50:08 PM


´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
que se rinden desde una interminable lluvia de abejas de medianoche.
De la misma manera, señorita Callamand, algo que el diccionario llama anguila está esperando acaso la serpiente simétrica de un deseo diferente, el asalto desmesurado de otra cosa que la neuroendocrinología para alzarse de las aguas primordiales, desnudar su cintura de milenios de sargazos y darse a un encuentro que jamás sospecharía Johannes Schmidt. Sabemos de sobra que el profesor Fontaine preguntará por la finalidad de semejante búsqueda, a la hora en que uno de sus ayudantes cumple la delicada tarea de fijar un minúsculo emisor de radiaciones en el cuerpo de una anguila plateada, devolverla al océano y seguir así la pista de un itinerario mal cartografiado. Pero no hablamos de buscar, señorita Callamand, no se trata de satisfacciones mentales ni de someter a otra vuelta de tuerca una naturaleza todavía mal colonizada. Aquí se pregunta por el hombre aunque se hable de anguilas y de estrellas; algo que viene de la música, del combate amoroso y de los ritmos estacionales, algo que la analogía tantea en la esponja, en el pulmón y el sístole, balbucea sin vocabulario tabulable una dirección hacia otro entendimiento. Por lo demás, ¿cómo no respetar las valiosas actividades de la señora M. L. Bauchot, por ejemplo, que brega por la más correcta identificación de las larvas de los diferentes peces ápodos (anguilas, congrios, etc.)? Solamente que antes y después está lo abierto, lo que el águila estúpidamente alcanza a ver, lo que el negro río de las anguilas dibuja en la masa elemental atlántica, abierto a otro sentido que a su vez nos abre, águilas y anguilas de la gran metáfora quemante. (Y como por casualidad descubrir que sólo una consonante diferencia esos dos nombres; y decirse una vez más que la casualidad, esa palabra tranquilizadora, ese otro umbral de la apertura...).
Así yo -una vez más el Occidente odioso, la obstinada partícula que subtiende todos sus discursos- quisiera asomar a un campo de contacto que el sistema que ha hecho de mí esto que soy niega entre vociferaciones y teoremas. Digamos entonces ese yo que es siempre alguno de nosotros, desde la inevitable plaza fuerte saltemos muralla abajo: no es tan difícil perder la razón, los celadores de la torre no se darán demasiada cuenta, qué saben de anguilas o de esas interminables teorías de peldaños que Jai Singh escalaba en una lenta caída hacia el cielo; porque el no estaba de parte de los astros como algún poeta de nuestras tierras sureñas, no se aliaba a la señora M. L. Bauchot para la más correcta identificación de los congrios o de las magnitudes estelares. Sin otra prueba que las máquinas de mármol sé que Jai Singh estaba con nosotros, del lado de la anguila trazando su ideograma planetario en la tiniebla que desconsuela a la ciencia de mesados cabellos, a la señorita Callamand que cuenta y cuenta el paso de los leptocéfalos y marca cada unidad con una meritoria lágrima cibernética. Así en el centro de la tortuga índica, vano y olvidable déspota, Jai Singh asciende los peldaños de mármol y hace frente al huracán de los astros; algo más fuerte que sus lanceros y más sutil que sus eunucos lo urge en lo hondo de la noche a interrogar el cielo como quien sume la cara en un hormiguero de metódica rabia: maldito si le importa la respuesta, Jai Singh quiere ser eso que pregunta, Jai Singh sabe que la sed que se sacia con el agua volverá a atormentarlo, Jai Singh sabe que solamente siendo el agua dejará de tener sed.
Así, profesor Fontaine, no es de difuso panteismo que hablamos, ni de disolución en el misterio: los astros son mensurables, las rampas de Jaipur guardan todavía la huella de los buriles matemáticos, jaulas de abstracción y entendimiento. Lo que rechazo mientras usted me llena de informaciones sobre el decurso de los leptocéfalos es la sórdida paradoja de un empobrecimiento correlativo con la multiplicación de bibliotecas, microfilms y ediciones de bolsillo, una culturización a lo jíbaro, señorita Callamand. Que Dama Ciencia en su jardín pasee, cante y borde, bella es su figura y necesaria su rueca teleguiada y su laúd electrónico, no somos los beocios del siglo, un brontosaurio bien muerto está. Pero entonces se sale a vagar de noche, como sin duda también tantos servidores de Dama Ciencia, y si se vive de veras, si la noche y la respiración y el pensar enlazan esas mallas que tanta definición separa, puede ocurrir que entremos en los parques de Jaipur o de Delhi, o que en el corazón de Saint Germain des Prés alcancemos a rozar otro posible perfil del hombre; pueden pasarnos cosas irrisorias o terribles, acceder a ciclos que comienzan en la puerta de un café y desembocan en una horca sobre la plaza mayor de Bagdad, o pisar una anguila en la rue du Dragon, o ver de lejos como en un tango a esa mujer que nos llenó la vida de espejos rotos y de nostalgias estructuralistas (ella no terminó de peinarse, ni nosotros nuestra tesis de doctorado); porque no se trata de ahuecar la voz, esas cosas ocurren como los gatos de golpe o el desbordarse de la bañadera mientras atendemos el teléfono, pero solamente les ocurren a los que llevan el gato en el bolsillo, la noche es pelirroja y húmeda, alguien silba bajo un portal, la zona franca empieza; cómo decirlo de otra manera más inteligible, profesor Fontaine, escribirle a la señora M. L. Bauchot,
estimada señora Bauchot,
esta noche he visto el río de las anguilas
he estado en Jaipur y en Delhi
he visto las anguilas en la rue du Dragon en
París,
y mientras cosas así me ocurran (hablo de mi por fuerza, pero estoy hablando de todos los que salen a lo abierto) o mientras me habite la certeza de que pueden ocurrirme,
no todo está perdido porque
señora Bauchot, estimada señora Bauchot, le estoy escribiendo sobre una raza que puebla el planeta y que la ciencia quiere servir, pero mire usted, señora Bauchot, su abuela fajaba a su bebé,
lo volvía una pequeña momia sollozante
porque el bebé quería moverse, jugar, tocarse el sexo, ser feliz con su piel y sus olores y la cosquilla del aire,
y mire hoy, señora Bauchot, ya usted creció más libre, y acaso su bebé desnudo juega ahora mismo sobre el cobertor y el pediatra lo aprueba satisfecho, todo va bien, señora Bauchot, sólo que el bebé sigue siendo el padre de ese adulto que usted y la señorita Callamand definen homo sapiens, y lo que la ciencia le quitó al bebé la misma ciencia lo anuda en ese hombre que lee el diario y compra libros y quiere saber, entonces la enumeración la clasificación de las anguilas
y el fichero de estrellas nebulosas galaxias, vendaje de la ciencia: quieto ahí, veinticuatro, sudoeste, proteína, isótopos marcados. Libre el bebé y fajado el hombre, la pediatra de adultos, Dama Ciencia abre su consultorio, hay que evitar que el hombre se deforme por exceso de sueños, fajarle la visión, manearle el sexo, enseñarle a contar para que todo tenga un número. A la par la moral y la ciencia (no se asombre, señora,
es tan frecuente) y por supuesto
la sociedad que sólo sobrevive
si sus células cumplen el programa. Atentamente la saludo.
Esta carta infundirá en la señora Bauchot la horrenda sospecha de que los brontosaurios saben escribir, por eso una postdata gentil, no me entienda mal, querida señora, qué haríamos sin usted, sin Dama Ciencia, hablo en serio, muy en serio, pero además está lo abierto, la noche pelirroja, las unidades de la desmedida, la calidad de payaso y de volatinero y de sonámbulo del ciudadano medio, el hecho de que nadie lo convencerá de que sus limites precisos son el ritmo de la ciudad más feliz o del campo más amable; la escuela hará lo suyo, y el ejército y los curas, pero eso que yo llamo anguila o Vía láctea pernocta en una memoria racial, en un programa genético que no sospecha el profesor Fontaine, y por eso la revolución en su momento, el arremeter contra lo objetivamente enemigo o abyecto, el manotazo delirante para echar abajo una ciudad podrida, por eso las primeras etapas del reencuentro con el hombre entero. Y sin embargo ahí se emboscan otra vez Dama Ciencia y su séquito, la moral, la ciudad, la sociedad: se ha ganado apenas la piel, la hermosa superficie de la cara y los pechos y los muslos, la revolución es un mar de trigo en el viento, un salto a la garrocha sobre la historia comprada y vendida, pero el hombre que sale a lo abierto empieza a sospechar lo viejo en lo nuevo, se tropieza con los que siguen viendo los fines en los medios, se da cuenta de que en ese punto ciego del ojo del toro humano se agazapa una falsa definición de la especie, que los ídolos perviven bajo otras identidades, trabajo y disciplina, fervor y obediencia, amor legislado, educación para A, B y C, gratuita y obligatoria; debajo, adentro, en la matriz de la noche pelirroja, otra revolución deberá esperar su tiempo como las anguilas bajo los sargazos. Llegar a ella es también serpiente negra de ida; lentos peldaños hacia la plataforma que reta el musgo astral, serpiente plateada de regreso, fecundación, desove y muerte para otra vez serpiente negra, marcha hacia las cabeceras y las fuentes, retorno dialéctico donde se cumple el ritmo cósmico; empleo a sabiendas las palabras más mancilladas por la retórica, de muchas maneras me he ganado el derecho a que brillen aquí como brilla el mercurio de las anguilas y el girasol vertiginoso en las máquinas de Jai Singh. Todavía es tiempo de sargazos, de guerrillas parciales que despejan el monte sin que el combatiente alcance a ver una totalidad de cielo y mar y tierra. En cada árbol de sangre circulan sigilosas las claves de la alianza con lo abierto, pero el hombre da y toma la sangre, bebe y vierte la sangre entre gritos de presente y recidivas de pasado, y pocos sentirán pasar por sus pulsos la llamada de la noche pelirroja; los pocos que se asomen a ella perecerán en tanta picota, con sus pieles se harán lámparas y de sus lenguas se arrancarán confesiones; uno que otro podrá dar testimonio de anguilas y de estrellas, de encuentros fuera de la ley de la ciudad, de arrimo a las encrucijadas donde nacen las sendas tiempo arriba. Pero si el hombre es Acteón acosado por los perros del pasado y los simétricos perros del futuro, pelele deshecho a mordiscones que lucha contra la doble jauría, lacerado y chorreando vida, solo contra un diluvio de colmillos, Acteón sobrevivirá y volverá a la caza hasta el día en que encuentre a Diana y la posea bajo las frondas, le arrebate una virginidad que ya ningún clamor defiende, Diana la historia del hombre relegado y derogado, Diana la historia enemiga con sus perros de tradición y mandamiento, con su espejo de ideas recibidas que proyecta en el futuro los mismos colmillos y las mismas babas, y que el cazador trizará como triza su doncellez despótica para alzarse desnudo y libre y asomarse a lo abierto, al lugar del hombre a la hora de su verdadera revolución de dentro afuera y de fuera adentro. Todavía no hemos aprendido a hacer el amor, a respirar el polen de la vida, a despojar a la muerte de su traje de culpas y de deudas; todavía hay muchas guerras por delante, Acteón, los colmillos volverán a clavarse en tus muslos, en tu sexo, en tu garganta; todavía no hemos hallado el ritmo de la serpiente negra, estamos en la mera piel del mundo y del hombre. Ahí, no lejos, las anguilas laten su inmenso pulso, su planetario giro, todo espera el ingreso en una danza que ninguna Isadora danzó nunca de este lado del mundo, tercer mundo global del hombre sin orillas, chapoteador de historia, víspera de sí mismo.


Que la noche pelirroja nos vea andar de cara al aire, favorecer la aparición de las figuras del sueño y del insomnio, que una mano baje lentamente por espaldas desnudas hasta arrancar ese quejido de amor que viene del fuego y la caverna, primera dulce tregua del miedo de la especie, que por la rue du Dragon, por la Vuelta de Rocha, por King's Road, por la Rampa, por la Schulerstrasse marche ese hombre que no se acepta cotidiano, clasificado obrero o pensador, que no se acepta ni parcela ni víspera ni ingrediente geopolítico, que no quiere el presente revisado que algún partido y alguna bibliografía le prometen como futuro; ese hombre que acaso se hará matar en un frente justo, en una emboscada necesaria, que chacales y babosas torturarán y envilecerán, que jefes alzarán al puesto de confianza, que en tanto rincón del mundo tendrá razón o culpa en el molino de las vísperas; para ése, para tantos como ése, un dibujo de la realidad trepa por las escaleras de Jaipur, ondula sobre sí mismo en el anillo de Moebius de las anguilas, anverso y reverso conciliados, cinta de la concordia en la noche pelirroja de hombres y astros y peces. Imagen de imágenes, salto que deje atrás una ciencia y una política a nivel de caspa, de bandera, de lenguaje, de sexo encadenado, desde lo abierto acabaremos con la prisión del hombre y la injusticia y el enajenamiento y la colonización y los dividendos y Reuter y lo que sigue; no es delirio lo que aquí llamo anguila o estrella, nada más material y dialéctico y tangible que la pura imagen que no se ata a la víspera, que busca más allá para entender mejor, para batirse contra la materia rampante de lo cerrado, de naciones contra naciones y bloques contra bloques. Señora Bauchot, alguna vez Thomas Mann dijo que las cosas andarían mejor si Marx hubiera leído a Holderlin; pero vea usted, señora, yo creo con Lukacs que también hubiera sido necesario que Holderlin leyera a Marx; note usted qué frío es mi delirio aunque le parezca anacrónicamente romántico porque Jai Singh, porque la serpiente de mercurio, porque la noche pelirroja. Salga a la calle, respire aire de hombres que viven y no el de la teoría de los hombres en una sociedad mejor; dígase alguna vez que en la felicidad hay tanto más que una cuota de proteínas o de tiempo libre o de soberanía (pero Holderlin debe leer a Marx, en ningún momento ha de olvidar a Marx, las proteínas son una de tantas facetas de la imagen, vaya si lo son, señora Bauchot, pero entonces la imagen toda, el hombre en su jardín de veras, no un esquema del hombre salvado de la desnutrición o la injusticia). Vea usted, en el parque de Jaipur se alzan las máquinas de un sultán del siglo dieciocho, y cualquier manual científico o guía de turismo las describe como aparatos destinados a la observación de los astros, cosa cierta y evidente y de mármol, pero también hay la imagen del mundo como pudo sentirla Jai Singh, como la siente el que respira lentamente la noche pelirroja donde se desplazan las anguilas; esas máquinas no sólo fueron erigidas para medir derroteros astrales, domesticar tanta distancia insolente; otra cosa debió soñar Jai Singh alzado como un guerrillero de absoluto contra la fatalidad astrológica que guiaba su estirpe, que decidía los nacimientos y las desfloraciones y las guerras; sus máquinas hicieron frente a un destino impuesto desde fuera, al Pentágono de galaxias y constelaciones colonizando al hombre libre, sus artificios de piedra y bronce fueron las ametralladoras de la verdadera ciencia, la gran respuesta de una imagen total frente a la tiranía de planetas y conjunciones y ascendentes; el hombre Jai Singh, pequeño sultán de un vago reino declinante, hizo frente al dragón de tantos ojos, contestó a la fatalidad inhumana con la provocación del mortal al toro cósmico, decidió encauzar la luz astral, atraparla en retortas y hélices y rampas, cortarle las uñas que sangraban a su raza; y todo lo que midió y clasificó y nombró, toda su astronomía en pergaminos iluminados era una astronomía de la imagen, una ciencia de la imagen total, salto de la víspera al presente, del esclavo astrológico al hombre que de pie dialoga con los astros. Tal vez los gobernantes de la avanzada por la que damos todo lo que somos y tenemos, tal vez la señorita Callamand o el profesor Fontaine, tal vez los jefes y los hombres de ciencia acabarán por salir a lo abierto, acceder a la imagen donde todo está esperando; en este mismo instante las jóvenes anguilas llegan a las bocas de los ríos europeos, van a comenzar su asalto fluvial; acaso ya es de noche en Delhi y en Jaipur y las estrellas picotean las rampas del sueño de Jai Singh; los ciclos se fusionan, se responden vertiginosamente; basta entrar en la noche pelirroja aspirar profundamente un aire que es puente y caricia de la vida; habrá que seguir luchando por lo inmediato, compañero, porque Holderlin ha leído a Marx y no lo olvida; pero lo abierto sigue ahí, pulso de astros y anguilas, anillo de Moebius de una figura del mundo donde la conciliación es posible, donde anverso y reverso cesarán de desgarrarse, donde el hombre podrá ocupar su puesto en esa jubilosa danza que alguna vez llamaremos realidad.






escrito por Julio Cortázar con motivo del Año Internacional del Libro, 1972. ©


esta página fue preparada con la colaboración de José M.Galán

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/1/2005 10:40:15 PM


´ Se você SOLICITA, queira estar escrevendo AQUI :
La prosa del observatorio





Esa hora que puede llegar alguna vez fuera de toda hora, agujero en la red del tiempo, esa manera de estar entre, no por encima o detrás sino entre, esa hora orificio a la que se accede al socaire de las otras horas, de la incontable vida con sus horas de frente y de lado, su tiempo para cada cosa, sus cosas en el preciso tiempo, estar en una pieza de hotel o de un andén, estar mirando una vitrina, un perro, acaso teniéndote en los brazos, amor de siesta o duermevela, entreviendo en esa mancha clara la puerta que se abre a la terraza, en una ráfaga verde la blusa que te quitaste para darme la leve sal que tiembla en tus senos, y sin aviso, sin innecesarias advertencias de pasaje, en un café del barrio latino o en la última secuencia de una película de Pabst, un arrimo a lo que ya no se ordena como dios manda, acceso entre dos ocupaciones instaladas en el nicho de sus horas, en la colmena día, así o de otra manera (en la ducha, en plena calle, en una sonata, en un telegrama) tocar con algo que no se apoya en los sentidos esa brecha en la sucesión, y tan así, tan resbalando, las anguilas, por ejemplo, la región de los sargazos, las anguilas y también las máquinas de mármol, la noche de Jai Singh bebiendo un flujo de estrellas, los observatorios bajo la luna de Jaipur y de Delhi, la negra cinta de las migraciones, las anguilas en plena calle o en la platea de un teatro, dándose para el que las sigue desde las máquinas de mármol, ese que ya no mira el reloj en la noche de París; tan simplemente anillo de Moebius y de anguila y de máquinas de mármol, esto que fluye ya en una palabra desatinada, desarrimada, que busca por sí misma, que también se pone en marcha desde sargazos de tiempo y semánticas aleatorias, la migración de un verbo: discurso, decurso, las anguilas atlánticas y las palabras anguilas, los relámpagos de mármol de las máquinas de Jai Singh, el que mira los astros y las anguilas, el anillo de Moebius circulando en sí mismo, en el océano, en Jaipur, cumpliéndose otra vez sin otras veces, siendo como lo es el mármol, como lo es la anguila: comprenderás que nada de eso puede decirse desde aceras o sillas o tablados de la ciudad; comprenderás que sólo así, cediéndose anguila o mármol, dejándose anillo, entonces ya no se está entre los sargazos, ..hay decurso, eso pasa: intentarlo, como ellas en la noche atlántica, como el que busca las mensuras estelares, no para saber, no para nada; algo como un golpe de ala, un descorrerse, un quejido de amor y entonces ya, entonces tal vez, entonces por eso sí.
Desde luego inevitable metáfora, anguila o estrella, desde luego perchas de la imagen, desde luego ficción, ergo tranquilidad en bibliotecas y butacas; como quieras, no hay otra manera aquí de ser un sultán de Jaipur, un banco de anguilas, un hombre que levanta la cara hacia lo abierto en la noche pelirroja. Ah, pero no ceder al reclamo de esa inteligencia habituada a otros envites: entrarle a palabras, a saco de vómito de estrellas o de anguilas; que lo dicho sea, la lenta curva de las máquinas de mármol o la cinta negra hirviente nocturna al asalto de los estuarios, y que no sea por solamente dicho, que eso que fluye o converge o busca sea lo que es -y no lo que se dice: perra aristotélica, que lo binario que te afila los colmillos sepa de alguna manera su innecesidad cuando otra esclusa empieza a abrirse en mármol y en peces, cuando Jai Singh con un cristal entre los dedos es ese pescador que extrae de la red, estremecida de dientes y de rabia, una anguila que es una estrella que es una anguila que es una estrella que es una anguila.
Así la galaxia negra corre en la noche como la otra dorada allá arriba en la noche corre inmóvilmente: para que buscar más nombres, más ciclos cuando hay estrellas, hay anguilas que nacen en las profundidades atlánticas y empiezan, porque de alguna manera hay que empezar a seguirlas, a crecer, larvas translúcidas notando entre dos aguas, anfiteatro hialino de medusas y plancton, bocas que resbalan en una succión interminable, los cuerpos ligados en la ya serpiente multiforme que alguna noche cuya hora nadie puede saber ascenderá leviatán, surgirá kraken inofensivo y pavoroso para iniciar la migración a ras de océano mientras la otra galaxia desnuda su bisutería para el marino de guardia que a través del gollete de una botella de ron o de cerveza entreve su indiferente monotonía y maldice a cada trago un destino de singladuras, un salario de hambre, una mujer que estará haciendo el amor con algún otro en los puertos de la vida.
Es así: Johannes Schmidt, danés, supo que en las terrazas de un Elsinor moviente, entre los 22 y los 30 grados de latitud norte y entre los 48 y los 65 de longitud oeste, el recurrente súcubo del mar de los sargazos era más que él fantasma de un rey envenenado y que allí, inseminada al término de un ciclo de lentas mutaciones, las anguilas que tantos años vivieron al borde de los filos del agua vuelven a sumergirse en la tiniebla de cuatrocientos metros de profundidad, ocultas por medio kilómetro de lenta espesura silenciosa ponen sus huevos y se disuelven en una muerte por millones de millones, moléculas del plancton que ya las primeras larvas sorben en la palpitación de la vida incorruptible. Nadie puede ver esa última danza de muerte y de renacimiento de la galaxia negra, instrumentos guiados desde lejos habrán dado a Schmidt un acceso precario a esa matriz del océano, pero Pitón ya ha nacido, las larvas diminutas y aceitadas, «Anguilla anguilla», perforan lentamente el muro verde, un caleidoscopio gigantesco las combina entre cristales y medusas y bruscas sombras de escualos o cetáceos. Y también ellas entrarán en una lengua muerta, se llamarán leptocéfalos, ya es primavera en las espaldas del océano y la pulsión estacional ha despertado en lo más hondo el enderezarse de las miriadas microscópicas, su ascenso hacia aguas más tibias y más azules, el arribo al fabuloso nivel desde donde la serpiente va a lanzarse hacia nosotros, va a venir con billones de ojos dientes lomos colas bocas, inconcebible por demasiado, absurda por cómo, por por qué, pobre Schmidt.
Todo se responde, pensaron con un siglo de intervalo Jai Singh y Baudelaire, desde el mirador de la más alta torre del observatorio el sultán debió buscar el sistema, la red cifrada que le diera las claves del contacto. Cómo hubiera podido ignorar que el animal Tierra se asfixiaría en una lenta inmovilidad si no estuviera desde siempre en el pulmón de acero astral, la tracción sigilosa de la luna y del sol atrayendo y rechazando el pecho verde de las aguas. Inspirado, expirado por una potencia ajena, por la gracia de un vaivén que desde resortes fuera de toda imaginación se vuelve mensurable y como al alcance de una torre de mármol y unos ojos de insomnio, el océano alienta y dilata sus alvéolos, pone en marcha su sangre renovada que rompe rabiosa en los farallones, dibuja sus espirales de materia fusiforme, concentra y dispersa los oleajes, las anguilas, ríos en el mar, venas en el pulmón índigo, las corrientes profundas batallan por el frío o por el calor, a cincuenta metros de la superficie los leptocéfalos son embarcados por el vehículo hialino, durante más de tres años surcarán la tubería de precisos calibres térmicos, treinta y seis meses la serpiente de incontables ojos resbalará bajo las quillas y las espumas hasta las costas europeas. Cada signo de mensura en las rampas de mármol de Jaipur recibió (recibe siempre, ya para nadie, para monos y turistas) los signos morse, el alfabeto sideral que en otra dimensión de lo sensible se vuelve plancton, viento alisio, naufragio del petrolero californiano «Norman» (8 de mayo de 1957), eclosión de los cerezos de Naga o de Sivergues, lavas del Osomo, anguilas llegando a puerto, leptocéfalos que después de alcanzar ocho centímetros en tres años no sabrán que su ingreso en aguas más dulces acciona algún mecanismo de la tiroides, ignorarán que ya empiezan a llamarse angulas, que nuevas palabras tranquilizadoras acompañan el asalto de la serpiente a los arrecifes, el avance a los estuarios, la incontenible invasión de los ríos; todo eso que no tiene nombre se llama ya de tantas maneras, como Jai Singh permutaba destellos por fórmulas, órbitas insondables por concebibles tiempos.
«Marzo e pazzo», dice el proverbio italiano; «en abril, aguas mil», agrega la sentencia española. De locura y de aguas mil está hecho el asalto a los ríos y a los torrentes, en marzo y en abril millones de angulas ritmadas por el doble instinto de la oscuridad y la lejanía aguardan la noche para encauzar el pitón de agua dulce, la columna flexible que se desliza en la tiniebla de los estuarios, tendiendo a lo largo de kilómetros una lenta cintura desceñida; imposible prever dónde, a qué alta hora la informe cabeza toda ojos y bocas y cabellos abrirá el deslizamiento río arriba, pero los últimos corales han sido salvados, el agua dulce lucha contra una desfloración implacable que la toma entre légamos y espumas, las angulas vibrantes contra la corriente se sueldan en su fuerza común, en su ciega voluntad de subir, ya nada las detendrá, ni ríos ni hombres ni esclusas ni cascadas, las múltiples serpientes al asalto de los ríos europeos dejarán miriadas de cadáveres en cada obstáculo, se segmentarán y retorcerán en las redes y los meandros, yacerán de día en un sopor profundo, invisibles para otros ojos, y cada noche reharán el hirviente tenso cable negro y como guiadas por una fórmula de estrellas, que Jai Singh pudo medir con cintas de mármol y compases de bronce, se desplazarán hacia las fuentes fluviales, buscando en incontables etapas un arribo del que nada saben, del que nada pueden esperar; su fuerza no nace de ellas, su razón palpita en otras madejas de energía que el sultán consultó a su manera, desde presagios y esperanzas y el pavor primordial de la bóveda llena de ojos y de pulsos.
El profesor Maurice Fontaine, de la Academia de Ciencias de Francia, piensa que el imán del agua dulce que desesperadamente atrae a las angulas obligándolas a suicidarse por millones en las esclusas y las redes para que el resto pase y llegue, nace de una reacción de su sistema neurendocrino frente al adelgazamiento y a la deshidratación que acompaña la metamórfosis de los leptocéfalos en angulas. Bella es la ciencia, dulces las palabras que siguen el decurso de las angulas y nos explican su saga, bellas y dulces e hipnóticas como las terrazas plateadas de Jaipur donde un astrónomo manejó en su día un vocabulario igualmente bello y dulce para conjurar lo innominable y verterlo en pergaminos tranquilizadores, herencia para la especie, lección de escuela, barbitúrico de insomnios esenciales, y llega el día en que las angulas se han adentrado en lo más hondo de su cópula hidrográfica, espermatozoides planetarios ya en el huevo de las altas lagunas, de los estanques donde sueñan y se reposan los ríos y los tortuosos falos de la noche vital se acalman, se acaman, las columnas negras pierden su flexible erección de avance y búsqueda, los individuos nacen a sí mismos, se separan de la serpiente común, tantean por su cuenta y riesgo los peligrosos bordes de las pozas, de la vida; empieza, sin que nadie pueda conocer la hora, el tiempo de la anguila amarilla, la juventud de la raza en su territorio conquistado, el agua al fin amiga ciñendo sin combate los cuerpos que reposan.
Y crecen. Durante dieciocho años, plácidas en sus huecos, en sus nichos, aletargadas en el limo, rozándose en una lenta ceremonia para nadie, salpicando el aire con un aletazo y un cabrilleo, devorando incesantes los jugos de la profundidad, repitiendo durante dieciocho años el deslizamiento solapado que las lleva en una fracción de segundo, durante dieciocho años, al fragmento comestible, a la materia orgánica en suspensión, solitarias soñolientas o violentamente concertadas para despedazar una presa y rechazarse en un frenético desbande, las anguilas crecen y cambian de color, la pubertad las asalta como un latigazo y las transforma cromáticamente, el mimético amarillo de los légamos cede poco a poco al mercurio, en algún momento la anguila plateada prismará el primer sol del día con un rápido giro de su espalda, el agua turbia de los fondos deja entrever los espejos fusiformes que se replican y desdoblan en una lenta danza: ha llegado la hora en que cesarán de comer, prontas para el ciclo final, la anguila plateada espera inmóvil la llamada de algo que la señorita Callamand considera, al igual que el profesor Fontaine, un fenómeno de interacción neuroendocrina: de pronto, de noche, al mismo tiempo, todo río es río abajo, de toda fuente hay que huir, tensas aletas rasgan furiosamente el filo del agua: Nietzsche, Nietzsche.
Primero hay una fase de excitación, una como noticia o santo y seña que alborota: dejar los juncos, las pozas, dejar dieciocho años de hueco entre roca, volver. Alguna remota ecuación química guarda la memoria velada de los orígenes, una constelación ondulante de sargazos, la sal en las fauces, el calor atlántico, los monstruos al acecho, las medusas teléfono o paracaídas, el guante atontado del octopus. Retomar al fragor silencioso de las corrientes submarinas, sus venas sin escape; también el cielo es así en las noches despejadas cuando las estrellas se amalgaman en una misma presión, conjuradas y hostiles, negándose al recuento, a las nomenclaturas, oponiendo una aterciopelada inalcanzabilidad a la lente que las circunda y abstrae, metiéndose de a diez, de a cien en un mismo campo visual, obligando a Jai Singh a bañarse los párpados con el bálsamo que su médico extrae de hierbas enraizadas en los mitos del cielo, en los crueles, alegres juegos de las deidades hartas de inmortalidad.
Después, según estima la señorita Callamand, sigue una fase de desmineralización, las anguilas se vuelven amorfas, se abandonan a las corrientes, el verano se acaba, las hojas secas flotan con ellas río abajo, a veces una metralla de lluvia las alcanza y despierta, las anguilas resbalan con el río, se protegen de la lluvia y el perfil amenazante de las nubes, desmineralizadas y amorfas ceden a la imperceptible pendiente que las acerca a los estuarios y a la avidez de quienes esperan en las curvas del río, el hombre está ahí, codicioso de la anguila plateada, la mejor de las anguilas, atrapando sin lucha las anguilas desmineralizadas y amorfas abandonadas a la corriente, sin reflejos, basadas en el número, en que nada importa si el pescador las atrapa y las devora innúmeras pues muchas más pasarán lejos de redes y anzuelos, llegarán a las desembocaduras, despertarán a la sal, a los golpes de un oleaje que también golpea en una oscura memoria recurrente; es el otoño, las pescas milagrosas, las cestas repletas de anguilas que tardan en morir porque sus estrechas branquias guardan una reserva de agua, de vida, y duran, horas y horas se retuercen en las cestas, todos los peces están muertos y ellas siguen una salvaje batalla con la asfixia, hay que despedazarlas, hundirlas en el aceite hirviendo, y las viejas en los puertos mueven la cabeza y las miran y rememoran una oscura sapiencia, los bestiarios remotos donde anguilas astutas salen del agua e invaden los huertos y los vergeles (son las palabras que se emplean en los bestiarios) para cazar caracoles y gusanos, para comerse los guisantes de los huertos como dice la enciclopedia Espasa que sabe tanto sobre las anguilas. Y es verdad que si un río se agosta, si aguas arriba una represa o una cascada les veda la carrera hacia las fuentes, las jóvenes anguilas saltan fuera del cauce y franquean el obstáculo sin morir, resistiendo el ahogo, resbalando obstinadas por el musgo y los helechos; pero ahora las que bajan están desmineralizadas y amorfas, se dejan pescar y sólo tienen fuerzas para luchar contra una muerte que no han evitado, que las tortura delicadamente durante horas como si se vengara de las otras, de las que siguen río abajo en multitudes incontables, buscando los corales y la sal del regreso.

De Jai Singh se presume que hizo construir los observatorios con el elegante desencanto de una decadencia que nada podía esperar ya de las conquistas militares, ni siquiera tal vez de los serrallos donde sus mayores habían preferido un cielo de estrellas tibias en un tiempo de aromas y de músicas; serrallo del alto aire, un espacio inconquistable tendía el deseo del sultán en el límite de las rampas de mármol; sus noches de pavorreales blancos y de lejanas llamaradas en las aldeas, su mirada y sus máquinas organizando el frío caos violeta y verde y tigre: medir, computar, entender, ser parte, entrar, morir menos pobre, oponerse pecho a pecho a esa incomprensibilidad tachonada, arrancarle un jirón de clave, hundirle en el peor de los casos la flecha de la hipótesis, la anticipación del eclipse, reunir en un puño mental las riendas de esa multitud de caballos centelleantes y hostiles. También la señorita Callamand y el profesor Fontaine ahíncan las teorías de nombres y de fases, embalsaman las anguilas en una nomenclatura, una genética, un proceso neurendocrino, del amarillo al plateado, de los estanques a los estuarios, y las estrellas huyen de los ojos de Jai Singh como las anguilas de las palabras de la ciencia, hay ese momento prodigioso en que desaparecen para siempre, en que más allá de la desembocadura de los ríos nada ni nadie, red o parámetro o bioquímica pueden alcanzar eso que vuelve a su origen sin que se sepa cómo, eso que es otra vez la serpiente atlántica, inmensa cinta plateada con bocas de agudos dientes y ojos vigilantes, deslizándose en lo hondo, no ya movida pasivamente por una corriente, hija de una voluntad para la que no se conocen palabras de este lado del delirio, retornando al útero inicial, a los sargazos donde las hembras inseminadas buscarán otra vez la profundidad para desovar, para incorporarse a la tiniebla y morir en lo más hondo del vientre de leyendas y pavores. ¿Por qué, se pregunta la señorita Callamand, un retomo que condenará a las larvas a reiniciar el interminable remonte hacia los ríos europeos? Pero qué sentido puede tener ese por qué cuando lo que se busca en la respuesta no es más que cegar un agujero, poner la tapa a una olla escandalosa que hierve y hierve para nadie? Anguilas, sultán, estrellas, profesor de la Academia de Ciencias: de otra manera, desde otro punto de partida, hacia otra cosa hay que emplumar y lanzar la flecha de la pregunta.
Las máquinas de mármol, un helado erotismo en la noche de Jaipur, coagulación de luz en el recinto que guardan los hombres de Jai Singh, mercurio de rampas y hélices, grumos de luna entre tensores y placas de bronce; pero el hombre ahí, el inversor, el que da vuelta las suertes, el volatinero de la realidad: contra lo petrificado de una matemática ancestral, contra los husos de la altura destilando sus hebras para una inteligencia cómplice, telaraña de telarañas, un sultán herido de diferencia yergue su voluntad enamorada, desafía un cielo que una vez más propone las cartas transmisibles, entabla una lenta, interminable cópula con un cielo que exige obediencia y orden y que él violará noche tras noche en cada lecho de piedra, el frío vuelto brasa, la postura canónica desdeñada por caricias que desnudan de otra manera los ritmos de la luz en el mármol, que ciñen esas formas donde se deposita el tiempo de los astros y las alzan a sexo, a pezón y a murmullo. Erotismo de Jai Singh al término de una raza y una historia, rampas de los observatorios donde las vastas curvas de senos y de muslos ceden sus derroteros de delicia a una mirada que posee por transgresión y reto y que salta a lo innominable desde sus catapultas de tembloroso silencio mineral. Como en las pinturas de Remedios Varo, como en las noches más altas de Novalis, los engranajes inmóviles de la piedra agazapada esperan la materia astral para molerla en una operación de caliente halconeria. Jaulas de luz, gineceo de estrellas poseídas una a una, desnudadas por un álgebra de aceitadas falanges, por una alquimia de húmedas rodillas, desquite maniático y cadencioso de un Endirnión que vuelve las suertes y lanza contra Selene una red de espasmos de mármol, un enjambre de parámetros que la desceñirán hasta entregarla a ese amante que la espera en lo más alto del laberinto matemático, hombre de piel de cielo, sultán de estremecidas favoritas

postulado por: Tia Lourdes Reed 12/1/2005 10:39:25 PM




é adonde eu mido as extatìsticas do blowjob O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil border="0"> <> EU NÃO ACREDITO EM CATUABA!!!

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